O Departamento de Estado dos Estados Unidos irá conceder vistos a Flávio Bolsonaro (PL) e à sua família, além de permitir sua entrada no país. A informação foi dada por uma autoridade do órgão, mas não foi dito se o senador já está em território norte-americano.
A agência de notícias Reuters e o jornal The New York Times informaram, mais cedo, que Flávio teria deixado o Brasil rumo aos Estados Unidos. O caso segue em investigação pela PF (Polícia Federal).
Na manhã desta terça, um jornal argentino divulgou que o senador teria saído do Brasil pela fronteira com Puerto Iguazú, na Argentina. Segundo o site Infobae, Flávio teria cruzado a fronteira para a Argentina usando seu documento de identidade. Todavia, o avião que levou Flávio até Puerto Iguazú ficou na cidade.
Não há confirmação de que o senador tenha estado na aeronave e que teria trocado de avião para seguir aos Estados Unidos.
Argentina não registra entrada de Flávio
O controle de imigrações do governo Milei informou, nesta terça-feira (27), que não há registro de entrada do senador Flávio Bolsonaro na Argentina. A informação circulou após o site Infobae publicar que o senador teria entrado no país e que pegaria um voo de lá para os Estados Unidos.
O órgão comunicou, via nota, que iniciou procedimentos de fiscalização da aeronave citada pela reportagem e de sua tripulação, e que não havia nenhum plano de voo que incluísse alguém da família Bolsonaro.
De acordo com o blog de Andréia Sadi, a PF (Polícia Federal) brasileira investiga se Flávio teria deixado o país rumo à Argentina. Fontes da PF de Foz do Iguaçu informaram que não havia registro da passagem de Flávio pela fronteira.
*Com informações do G1.
💬 Fale com os jornalistas do Midiamax
Tem alguma denúncia, flagrante, reclamação ou sugestão de pauta para o Jornal Midiamax?
🗣️ Envie direto para nossos jornalistas pelo WhatsApp (67) 99207-4330. O sigilo está garantido na lei.
✅ Clique no nome de qualquer uma das plataformas abaixo para nos encontrar nas redes sociais:
Instagram, Facebook, TikTok, YouTube, WhatsApp, Bluesky e Threads.
(Revisão: Dáfini Lisboa)





