Por falta de provas, trio acusado por execução de Kennedy Anderson José Antunes, o ‘Dinho da Nhanhá’ foram inocentados em julgamento da 2ª Vara do Tribunal do Júri, nesta quarta-feira (19). Os então réus Cleiton Rodrigues de Oliveira Pereira, conhecido como ‘Cleitinho’ e Gustavo da Silva Ribeiro, foram soltos.
O crime aconteceu na tarde de 2 de fevereiro de 2025. Apontado como um dos líderes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) em Mato Grosso do Sul, ‘Dinho da Nhanhá’ era conhecido no meio policial por ligação com o tráfico de drogas e estava sendo investigado pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado). Ele já foi condenado por participação em um assassinato no bairro Caiobá, na Capital, em 2022.
No dia crime, o autor chegou encapuzado em um carro Gol, de cor prata. Ele desceu do veículo, atirou contra o homem e fugiu. A vítima correu para sua casa, mas morreu logo após entrar no portão.
Imagens de câmeras de segurança flagraram a ação do assassino que matou ‘Dinho da Nhanhá’ na tarde do dia 2 de fevereiro do ano passado. Segundo as imagens, ele chega em um carro Gol, prata, que para em frente ao local, no meio da rua.
O passageiro do banco de trás, encapuzado, desce já efetuando vários disparos contra a vítima, que tenta correr, e é perseguida pelo atirador, ainda efetuando os disparos.
Outras pessoas que estavam na conveniência correm, enquanto o carro, com a porta aberta, segue mais à frente. Logo em seguida, o autor volta correndo, entra no veículo e foge. A ação dos bandidos durou cerca de 30 segundos.







