“Lucão”, apontado como chefe da facção criminosa Comando Vermelho em Sonora, já tinha longo histórico criminal. Ele foi morto em confronto com o Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) nesta quinta-feira (14).
Segundo o comandante do Bope, tenente-coronel Rocha, o homem, de 31 anos, tem passagens por organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, ameaça e violência doméstica. Rocha destaca que “Lucão” era “elemento perigoso” para Mato Grosso do Sul.
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, o criminoso seria o responsável pela logística do Comando Vermelho em Sonora. De acordo com o comandante, ao ser abordado, o homem apontou uma arma de fogo na direção da equipe policial.
Na ocasião, após ser alvejado, Lucão foi socorrido e levado ao hospital do município, mas não resistiu. “Ele já estava sendo monitorado. Foram feitos procedimentos para tentar abordar ele. Ao sacar arma de fogo, ia atentar contra a equipe policial. A equipe evitou, e aí foram feitos todos os procedimentos de socorro, mas ele veio a óbito”, conta Rocha.
Questionado sobre a expansão de facções criminosas no norte do Estado, o comandante explica que, por serem áreas de divisa, as organizações têm uma força maior. “Esse tipo de organização é muito territorial. Ela busca estabelecer o território para tentar se expandir para a próxima cidade”, comenta.
Mortes em confronto
Na quarta-feira (13), um dia antes da morte de “Lucao”, um homem de 24 anos morreu ao se envolver em confronto com policiais do Bope, também em Sonora. De acordo com informações policiais, foi dada ordem de parada para o rapaz, que não obedeceu.
Na ocasião, o homem teria sacado uma arma de fogo e apontado para os militares. Dessa forma, os policiais atiraram no indivíduo, como forma de “neutralizar” o agressor.
Conforme informações preliminares, o rapaz tinha longa ficha criminal e era membro de uma facção criminosa. Em nota, o Bope afirmou que ele se envolvia com frequência em confusões. O rapaz estaria usando o nome da facção para amedrontar moradores da cidade.
O homem tinha sido condenado a 24 anos pelo assassinato do ex-radialista Simião da Silva, alvo de 17 facadas. O caso aconteceu em Sonora, no dia 3 de abril de 2015.
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(Revisão: Nichole Munaro)






