O professor de uma creche localizada no interior de Mato Grosso do Sul é suspeito de estuprar uma criança de 2 anos e sete meses. Ele foi denunciado à polícia nesta semana, após a criança revelar o estupro para a mãe, durante o banho em casa.
Em respeito ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e às vítimas de violência sexual, o Jornal Midiamax não divulgará a cidade do acontecido.
Segundo o boletim de ocorrência, a descoberta aconteceu enquanto a criança estava tomando banho e reclamou de dores nas partes íntimas. “Mamãe, está doendo muito…”, teria dito a vítima.
Na ocasião, a mãe suspeitou que fosse uma assadura, mas, como as queixas continuaram, ela questionou se alguém havia tocado a filha. A criança negou, mas ficou em silêncio por alguns instantes e foi questionada novamente pela mãe.
Assim, a criança revelou que o professor havia tocado em suas partes íntimas. À polícia, a mãe explicou que a menina estuda na mesma escola em que ela trabalha. Diante disso, ela levou a criança até a casa da diretora da escola, que também constatou vermelhidão nas partes íntimas.
Professor teria sido flagrado deitado ao lado da criança
Logo, a diretora e a mãe da criança entraram em contato com a professora responsável pela sala de aula da filha e questionaram se a criança havia ficado sozinha com o professor em algum momento. Então, a professora explicou que deu apenas a primeira aula e que a auxiliar ficou todo o período na sala.
A auxiliar, por sua vez, disse que o professor não ficou sozinho com a criança, mas, durante o período de repouso dos alunos, ele teria se deitado ao lado da vítima. Ela alegou não ter presenciado nada de anormal, por estar prestando cuidados a outra criança na sala.
Posteriormente, a mãe levou a filha ao hospital, e um médico constatou indícios de estupro; contudo, orientou que a mulher procurasse a polícia para fazer um exame pericial.
O pai de outra aluna também esteve na delegacia e disse suspeitar que sua filha de 3 anos também possa ter sofrido abusos sexuais. A menina é da mesma turma da vítima.
Na delegacia, o homem disse que a filha reclamou de ardência na região íntima ao usar o sabonete durante o banho. As queixas foram em três ocasiões, sendo a última no início do mês. A criança também teria apresentado choro constante e resistência em frequentar a creche.
Após a denúncia na polícia, a prefeitura municipal instaurou inquérito administrativo disciplinar para apurar a situação e designou servidores para integrarem a CPAD (Comissão de Procedimento Administrativo Disciplinar).
💬 Fale com os jornalistas do Midiamax
Tem alguma denúncia, flagrante, reclamação ou sugestão de pauta para o Jornal Midiamax?
🗣️ Envie direto para nossos jornalistas pelo WhatsApp (67) 99207-4330. O sigilo está garantido na lei.
✅ Clique no nome de qualquer uma das plataformas abaixo para nos encontrar nas redes sociais:
Instagram, Facebook, TikTok, YouTube, WhatsApp, Bluesky e Threads.
(Revisão: Dáfini Lisboa)








