Câmeras de segurança flagraram o furto de uma parafusadeira de R$ 500 em uma loja de materiais elétricos, hidráulicos e ferramentas na região do bairro Pioneiros, em Campo Grande, no início da tarde desta sexta-feira (16).
Nas imagens, é possível ver o suspeito entrando na loja tranquilamente. Ele ficou por alguns segundos analisando a ferramenta e, logo, subtraiu a parafusadeira. A ação, que durou menos de 1 minuto, foi descoberta pelos funcionários cerca de 30 a 50 minutos depois.
Ao Jornal Midiamax, a proprietária, de 33 anos, explicou que os funcionários só não perceberam o furto na hora porque estavam atendendo os clientes.
“Uns 30 a 50 minutos depois, os meninos que atendem já deram falta [da parafusadeira]. Os dois que estavam na loja atendendo não viram porque estavam com clientes na hora, e os outros estavam no almoço. Elas [parafusadeiras] ficam todas amarradas e dá para ver ele desparafusando com agilidade”, disse a proprietária.
A loja está localizada há 34 anos na principal via do bairro, a Rua Ana Luísa de Souza, e nunca havia sido furtada. O caso deixou os proprietários revoltados nesta sexta-feira (16). “O povo está sem noção de tudo. A gente que trabalha o dia todo, paga imposto com força, para ser furtada, assim, à luz do dia, em plena 12h da tarde. E outra: na rapidez com que o cara tirou, já é ladrão experiente, porque estavam na presilha já para isso, para não ser fácil de tirar”, pontuou a proprietária do estabelecimento.
De acordo com o relato da proprietária, nos últimos dois anos, os criminosos estão migrando da região da rodoviária. A situação tem gerado aumento na criminalidade no bairro, segundo ela.
“Tem um monte de gente perambulando, usuários de drogas e tudo mais. A gente só tá vendo aumentar roubos e furtos na região, e a polícia não faz nada para tirá-los ao redor da rodoviária. Isso já está passando mesmo dos limites. Nunca vimos isso aqui”, contou a empresária.
A PMMS (Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul) sempre ressalta que todo policiamento é feito com base na análise de dados estatísticos, extraídos dos boletins de ocorrência e também dos atendimentos à comunidade local. Por isso, a população precisa repassar as situações às equipes policiais e registrar eventuais crimes na delegacia mais próxima.
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(Revisão: Nichole Munaro)








