A população de Mato Grosso do Sul foi às urnas no domingo (4) e definiu para os próximos quatro anos os 24 deputados estaduais que vão representá-la na Assembleia Legislativa.
Com a responsabilidade de propor novas leis e ajustes nas regras já existentes e fiscalizar os atos administrativos do Governo do Estado, os parlamentares possuem remuneração e indenizações por gastos de mandato custeadas com o repasse do duodécimo.
Segundo o Portal da Transparência, o salário pago a cada deputado estadual é de R$ 34.774,64, um custo de R$ 834.591,36 ao mês para subsidiar a atuação dos parlamentares. Eles ainda recebem, individualmente, R$ 13.425,82 de plano assistencial. A soma garante aos deputados R$ 48.200,46 mensais.
Além dos salários, os parlamentares contam com uma cota de custeio de mandato que pode atingir cerca de R$ 60 mil. Cada deputado é responsável por gerir sua verba de gabinete, que permite custear:
- Manutenção de escritórios de apoio: pagamento de aluguel de imóveis, condomínio, IPTU, água, esgoto, energia elétrica, telefone, internet, TV a cabo, seguro do imóvel, materiais de expediente, suprimentos de informática, locação de móveis/equipamentos e licenças de software;
- Serviços postais e assinaturas: custos com correios e assinatura de publicações como jornais, revistas e livros;
- Alimentação e hospedagem: despesas com refeições e estadias, que também podem ser realizadas por servidores efetivos ou comissionados vinculados ao parlamentar;
- Transporte e locomoção: compra de passagens (aéreas, terrestres, marítimas ou fluviais), locação ou fretamento de veículos (automotores, aeronaves e embarcações), combustíveis, lubrificantes, pagamento de pilotos, serviços de táxi ou aplicativos de mobilidade, pedágio e estacionamento;
- Segurança: contratação de serviços de segurança privada;
- Consultorias e trabalhos técnicos: contratação de pessoas físicas (com registro em conselho regional) ou jurídicas para serviços necessários ao mandato, como apoio jurídico, contabilidade, publicidade, auditoria ou pesquisa de opinião;
- Divulgação da atividade parlamentar: impressão de livros, cartilhas e materiais de cunho informativo ou educativo, sendo expressamente vedado o uso para promoção pessoal ou despesas de caráter eleitoral.
Foram eleitos para a próxima legislatura os deputados:
- Zé Teixeira (PL) – 54.080 votos
- Paulo Corrêa (PL) – 44.541 votos
- Caravina (PSDB) – 43.845 votos
- Zeca do PT (PT) – 42.714 votos
- Coronel David (PL) – 41.492 votos
- André Puccinelli (MDB) – 40.602 votos
- Tiago Botelho (PT) – 39.387 votos
- Ângelo Guerreiro (PSDB) – 37.704 votos
- Gianni Nogueira (PL) – 36.108 votos
- Odilon Ribeiro (PL) – 35.905 votos
- Gerson Claro (PP) – 35.767 votos
- Londres Machado (PP) – 33.581 votos
- Helio Peluffo (PP) – 31.435 votos
- Daverson Matos (PL) – 30.604 votos
- Professora Gleice Jane (PT) – 29.844 votos
- Andre Salineiro (PL) – 28.437 votos
- Pedro Kemp (PT) – 28.397 votos
- Lucas de Lima do Amor Sem Fim (PL) – 26.204 votos
- Professor Rinaldo Modesto (UNIÃO) – 23.763 votos
- Marcio Fernandes (PL) – 23.122 votos
- Renato Câmara (Republicanos) – 20.976 votos
- Lidio Lopes (Avante) – 20.801 votos
- Paulo Duarte (PSDB) – 20.029 votos
- Pedrossian Neto (Republicanos) – 19.516 votos
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(Revisão: Dáfini Lisboa)








