Do lado de lá
O presidente dos EUA, Donald Trump, manteve a afirmação sobre não envolvimento após Flávio Bolsonaro se declarar presidente legítimo do Brasil. O filho ’01’ de Jair Bolsonaro chegou à terra do Tio Sam na manhã de quarta-feira (28). “Não vou fazer um comentário sobre isso”, disse Trump ao ser questionado sobre a carta.
Silêncio
Em terras tupiniquins, o PL — partido de Flávio — afirmou que não tinha o que falar sobre a carta de Flávio. Vale lembrar que, na segunda-feira (26), a sigla reconheceu a vitória do presidente Lula (PT).
Versão_1
Flávio publicou uma declaração em que se apresentava como presidente eleito. Pouco depois, no entanto, recuou e alterou o conteúdo para “líder do Brasil”. A primeira versão chegou a ser publicada em suas redes sociais e, antes, havia sido divulgada por um aliado, o influenciador digital Paulo Figueiredo. A postagem foi apagada e respostada com o novo “título”.
Versão_2
O documento já havia passado por uma alteração. Antes, a carta trazia um brasão escrito “Estados Unidos do Brazil”, nome adotado pelo país após a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889. Depois, Figueiredo enviou outra versão, com o brasão “República Federativa do Brasil”, nome atual do Brasil.
Seguro em dia
O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) fechou o seguro anual de 129 veículos oficiais por R$ 92,1 mil. Entre 2025 e o início de 2026, o órgão desembolsou quase R$ 6 milhões para adquirir SUVs blindados (avaliados em até R$ 468 mil cada) e sedans híbridos, além de destinar R$ 1,7 milhão à locação de veículos de alto padrão. As compras chegaram a ser contestadas por empresas sob suspeita de direcionamento, mas a renovação da frota seguiu sem freios.
Demorou…
A falta de andamento judicial gerou prescrição intercorrente, e o Tribunal de Contas anulou cobrança de multa contra um ex-prefeito de Juti. A Corte de Contas reconheceu a extinção e deu baixa formal na cobrança de uma multa de 50 Uferms — cerca de R$ 2,7 mil. A conta foi gerada há 20 anos, em 2006.
Zerado
A cobrança chegou a parar na Justiça em 2010, por meio de Execução Fiscal movida pela PGE (Procuradoria-Geral do Estado). Após anos paralisado pela não localização de bens passíveis de penhora, o juízo da comarca declarou a prescrição intercorrente do crédito, extinguindo a ação judicial. Com base nisso, o presidente do TCE, conselheiro Flávio Kayatt, arquivou o processo na Corte de Contas.
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