A Justiça de São Paulo aumentou o prazo da prisão preventiva de Milton Leite, ex-presidente da Câmara de São Paulo, por mais 30 dias. Ele é investigado por ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital) e está preso desde o dia 18 de setembro.
A decisão também prorrogou a prisão de outros alvos da Operação Vectura Corrupta, que investiga infiltração do PCC no sistema de transporte público da capital. Milton Leite se entregou em Mogi das Cruzes, no dia 18 de setembro. Ele nega as acusações.
O ex-vereador é citado na investigação por ser um dos responsáveis diretos por empresa ligada ao PCC. De acordo com a GloboNews, o documento menciona que ele seria o dono real da Transwolff. O ex-vereador esteve na Câmara por sete mandatos, quatro deles como presidente da Casa. Atualmente, ele também preside o União Brasil em São Paulo.
A Operação Vectura Corrupta cumpriu 16 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão em São Paulo, Santana de Parnaíba, São Bernardo do Campo, Diadema, Santos, Praia Grande e Cubatão, no dia 17 de setembro.
Os policiais também cumpriram mandado de prisão contra Levi dos Santos Oliveira, ex-presidente da SPTrans, e o ex-candidato à Prefeitura de Praia Grande e candidato a deputado estadual pelo PL, Danilo Marco Morgado Silva. A investigação identificou 12 empresas de transporte coletivo ligadas ao PCC.
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(Revisão: Nichole Munaro)









