O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), permitiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) receba visitas dos filhos Jair Renan e Carlos na prisão domiciliar.
Os encontros não devem ter finalidade político-eleitoral nem viabilizar a divulgação de manifestos político-eleitorais, conforme determinado. Outras visitas devem ser previamente autorizadas pelo STF, segundo o ministro.
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), continua proibido de encontrar o pai até o fim das eleições. Em julho, Moraes suspendeu visitas gerais a Bolsonaro por 30 dias, com exceção de visitas da equipe médica, advogados e fisioterapeutas.
Proibição
O ex-presidente está proibido de receber visitas desde que Flávio divulgou uma carta intitulada “Carta aos brasileiros”, escrita por Jair, violando uma das restrições impostas pelo STF no cumprimento da prisão.
No dia 17 de julho, foi determinada por Moraes a suspensão de visitas gerais a Bolsonaro por 30 dias. O prazo expirou na semana passada. A defesa do ex-presidente comunicou ao STF nesta sexta-feira (21) que iria retomar o agendamento desse tipo de visita.
Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pela chamada trama golpista, mas recebeu o benefício de prisão domiciliar diante do estado de saúde frágil. Visitas de médicos, fisioterapeutas e advogados continuariam liberadas.
Moraes negou, também, um pedido da defesa para uma visita do presidente da Argentina, Javier Milei, ao ex-presidente. O encontro ocorreria no dia 25 de julho, dia em que ocorreu a convenção nacional do PL que oficializou Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência da República.
*Com informações do G1.
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(Revisão: Nichole Munaro)






