Faltando poucos dias para a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, marcada para o dia 13, a movimentação nas lojas de artigos esportivos e centros comerciais já começou a crescer. Entre os diversos modelos disponíveis, a equipe de reportagem do Jornal Midiamax foi às ruas ouvir moradores e comerciantes de Campo Grande sobre sobre a expectativa para o Mundial, as preferências na hora de escolher a camisa da Seleção e como as vendas têm se comportado na reta final antes da competição.
O comerciante Claudinei Paulino, de 32 anos, proprietário de uma loja em uma galeria da Capital, conta que a procura aumentou após a convocação da Seleção e deve ficar ainda mais intensa conforme os jogos se aproximam.

“Tá tendo bastante procura agora perto dos jogos. Logo quando saiu a convocação já teve uma procura de imediato, o povo tá bem animado. Continua sendo amarelinha, o pessoal está procurando mais a amarelinha nessa Copa”, afirmou.
Além da paixão pelo futebol, muitos torcedores mantêm a tradição de adquirir uma nova camisa a cada Mundial. É o caso de Luiz Rojas, de 42 anos, que pretende reunir toda a família vestida com as cores da Seleção durante a competição.

“Eu tenho a tradição de, a cada quatro anos, procurar uma camisa para sempre apoiar o Brasil. Eu sou convencional, procuro optar pela amarelinha tradicional. Esse ano é para a família toda, espero todo mundo de amarelinha”, contou.
Quanto custa vestir a amarelinha?
Quem ainda não garantiu o uniforme encontra opções para diferentes bolsos. Em comércios localizados na região das ruas Calógeras e 15 de Novembro, os modelos mais procurados custam entre R$ 30 e R$ 35. Em uma rede varejista, há peças a partir de R$ 24,99. Já no Camelódromo, os preços variam entre R$ 50 e R$ 300, dependendo do modelo, acabamento e detalhes da camisa.
A expectativa pela competição também mobiliza os mais jovens. Aos 11 anos, Júlia já escolheu a camisa que pretende usar para torcer pelo Brasil e sonha em comemorar a conquista do hexa.

“A gente espera que o Brasil traga o hexa para a gente. É uma coisa muito emocionante, que acontece só a cada quatro anos. Mesmo quando não ganha, a gente continua torcendo”, disse.
Nas famílias, a preparação para a Copa vai além da compra individual. Rosilene Santos, de 43 anos, está pesquisando preços para vestir vários parentes com as cores da Seleção.

“Na verdade, eu queria comprar uma para cada integrante da família. A gente está uma pesquisa de preços para saber mais ou menos quanto vai gastar.”, relatou.
Apesar do interesse por modelos nas cores azul e preta, comerciantes afirmam que a camisa amarela continua sendo a mais procurada pelos consumidores. Para a comerciante Roseane de Souza, de 42 anos, o uniforme tradicional ainda carrega um simbolismo especial entre os torcedores.

“O amarelo é o mais chamativo, alegra mais. Na época da Copa sempre chama mais atenção”, destacou.
Com a contagem regressiva para a estreia da Seleção, a busca pelo uniforme segue aquecida. Nas vitrines, galerias e corredores do Camelódromo, a amarelinha continua reinando absoluta entre os torcedores que acreditam em mais uma campanha histórica do Brasil rumo ao hexacampeonato.
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