Maria Cecília, de apenas três meses, voltou a ser internada na tarde desta sexta-feira (16), após sofrer uma crise convulsiva. A bebê possui cardiopatia congênita e recentemente foi identificado um tumor maligno no lado esquerdo de seu coração. Sua história foi contada recentemente no Jornal Midiamax, após a mãe da criança procurar a reportagem em busca de ajuda.
Segundo a mãe da bebê, Raissa Vitória Gomes da Silva, de 20 anos, o quadro de Maria Cecília teve uma piora nas últimas horas e ela precisou ser levada às pressas para o CRS (Centro Regional de Saúde) do Bairro Tiradentes, onde ela permanece no aguardo de uma vaga para algum hospital.
“Ela está com febre de 39 graus. O coração não está bombeando sangue direito, porque o tumor pressiona o coração. O coração dela está parando, ela está sofrendo muito”, explica Raíssa, sobre o quadro de saúde da bebê.
Como a situação é delicada, a família corre contra o tempo para conseguir arrecadar o dinheiro para realizar a cirurgia na rede particular de saúde, pois teme que a vaga em algum hospital pelo SUS (Sistema Único de Saúde) chegue tarde demais. Raíssa precisa arrecadar, pelo menos, o valor de R$ 3,8 mil.
Quem puder e quiser contribuir com algum valor, Raissa pede que as doações sejam encaminhadas para a chave PIX 09633398185 (CPF). Raíssa também está rifando um procedimento estético (alongamento de unhas) e um perfume importado para ajudar a chegar ao valor. Cada número está sendo vendido pelo valor de R$ 15. Para comprar a rifa ou realizar doações diretas, basta entrar em contato com a jovem pelo telefone (67) 99211-0420.
Entenda o caso
Raíssa relata que Maria Cecília foi diagnosticada com cardiopatia ainda na maternidade, aos três meses de idade. Inicialmente, a bebê apresentava evolução normal e deveria passar pela cirurgia no coração quando atingisse os seis meses. No entanto, há cerca de um mês, exames particulares identificaram um tumor benigno no coração, que, segundo a mãe, cresce rapidamente.
Segundo a mãe, há duas semanas foi feito um pedido de liminar em caráter de urgência à Justiça, por meio da Defensoria Pública, para garantir a realização da cirurgia pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
No entanto, a Santa Casa, único centro de referência do SUS para atendimento de crianças com cardiopatia congênita no Estado, fechou as portas do setor de cirurgia cardíaca pediátrica há cerca de uma semana, diminuindo as chances de a criança conseguir o atendimento.
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