O município de Campo Grande teve um início de abril atípico, com volume de chuva muito acima do esperado, enquanto grande parte de Mato Grosso do Sul registrou precipitações abaixo da média histórica. O contraste chama atenção no balanço dos primeiros 15 dias do mês, apresentado pela Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).
Assim, em Campo Grande, o acumulado chegou a 163,4 milímetros, valor que representa 83% acima da média prevista para todo o mês. O maior registro foi feito por um pluviômetro automático do Cemaden (Centro de Monitoramento de Desastres Naturais), na região da Vila Santa Luzia.
Os dados fazem parte de um levantamento que reúne informações de diferentes fontes, como o produto de satélite Merge, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), além de medições do Inmet, da Semadesc, do Cemaden e da ANA.
Pelas imagens de satélite, os maiores volumes de chuva, entre 60 e 90 milímetros, concentraram-se em áreas das regiões central e leste do Estado. Já regiões como o Pantanal e partes do sudeste, leste e nordeste tiveram baixos acumulados, variando entre 0 e 30 milímetros.
Mesmo com pontos isolados de chuva mais intensa, a análise geral indica que a maioria dos municípios monitorados ficou abaixo da média histórica para abril, considerando que essa média se refere ao mês completo.
Em Campo Grande, os dados também mostram variação entre os pontos de medição. Três estações registraram volumes acima da média histórica, enquanto outras duas ficaram abaixo, o que evidencia a irregularidade das chuvas até dentro do mesmo município.
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(Revisão: Nichole Munaro)





