Em meio à onda de calor que ocorre em Campo Grande e afeta a rede elétrica da Capital, a Energisa MS afirma que mantém equipes em campo para recompor o fornecimento do serviço. Conforme o painel da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), cerca de 0,26% das UCs (Unidades Consumidoras) permanecem atingidas no fim da tarde desta terça-feira (29).
A plataforma indica que 982 famílias ainda continuam com problemas de energia em 18 bairros distintos, mas nenhum deles foi completamente afetado. A concessionária explica, contudo, que o número de clientes pode variar de acordo com o avanço dos reparos ou novos impactos na rede.
“As informações do painel são públicas e acompanhadas em tempo real pela ANEEL, e o número de clientes afetados pode variar conforme o avanço dos reparos ou novos impactos na rede. Neste momento em Campo Grande, 0,30% dos consumidores tiveram o fornecimento de energia interrompido, a maioria por sobrecarga”, destaca nota encaminhada ao Jornal Midiamax.
Além disso, a Energisa MS destaca que acompanha as previsões meteorológicas e mantém um plano de contingência estruturado. Para isso, a concessionária conta com reforço de equipes e recursos conforme o cenário com o objetivo de agilizar os atendimentos.
Pico de energia
Conforme a Energisa, uma das explicações para as oscilações na rede elétrica da Capital é o pico no consumo de energia elétrica. A concessionária destaca que Campo Grande teve um aumento de 4% em comparação ao mesmo período do ano passado.
Em setembro de 2026, o pico foi registrado no domingo (27), quando a demanda chegou a 1.374 MW às 19h. Assim, a queda da rede pode ser explicada pela alta demanda, principalmente com o uso de ar-condicionado e demais aparelhos de climatização para “barrar” o calor intenso.
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