A Copa do Mundo vai começar para a Seleção Brasileira neste sábado (13), contra o Marrocos, às 18h (horário de MS). O Brasil busca, mais uma vez, a sexta taça do Mundial, sendo ainda o único país a ter conquistado o torneio cinco vezes.
Para os supersticiosos, o sonho do hexa pode estar mais próximo nesta edição. Diversas coincidências, entre lesões, sedes, convocados e até ordem alfabética, podem ser motivos para acreditar na conquista. O Jornal Midiamax listou seis razões para os brasileiros sonharem com o título da Seleção em 2026.
Ciclo conturbado
Um dos grandes fatores de desconfiança do torcedor brasileiro é quanto à campanha da Seleção no ciclo da Copa do Mundo de 2026. Desde 2023, o Brasil teve quatro treinadores à frente da equipe: Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti.
Além disso, sofreu para conquistar a vaga nas Eliminatórias para a Copa, terminando na 5ª posição, com 28 pontos. O desempenho teria levado a Seleção a disputar a repescagem da Copa caso o torneio não tivesse crescido na edição de 2026, com aumento de 32 para 48 seleções.
Porém, no último título brasileiro, a campanha antes da Copa também foi sofrida. Com três técnicos durante o ciclo (Luxemburgo, Emerson Leão e Felipão), a Seleção só garantiu a vaga na Copa de 2002 na última rodada das Eliminatórias, ao vencer a Venezuela por 3 a 0.
Jejum de 24 anos e coincidências numéricas
Caso não vença a Copa do Mundo neste ano, o Brasil terá o maior jejum de títulos de Copa de sua história. Após vencer o tricampeonato em 1970, a Seleção só voltou a conquistar o torneio em 1994, 24 anos depois.
Este é o mesmo intervalo de tempo entre o pentacampeonato de 2002 e a atual edição da Copa do Mundo. Mesmo desconfiada, a Seleção pode conquistar o mundial e interromper novamente o jejum recorde de anos sem título.
Aos amantes da numerologia, surgem ainda outras duas coincidências. O Brasil conquistou sua 2ª Copa do Mundo em 1962 e a 4ª Copa em 1994, com números finais iguais aos números dos títulos. Assim, há quem pense que a 6ª taça possa chegar, justamente, em 2026.
Além disso, o intervalo de tempo entre os títulos seria o mesmo. De 1962 para 1994, foram 32 anos, assim como entre 1994 e 2026.
Lesões e corte
No último amistoso do Brasil antes da Copa, que terminou em vitória por 2 a 1 contra o Egito, o lateral Wesley sofreu uma lesão e precisou ser cortado da convocação. O jogador teve um problema muscular no adutor e não se recuperaria a tempo para a disputa do Mundial.
Situação semelhante ocorreu também em 2002, quando Emerson sofreu uma luxação no ombro durante um treino recreativo antes da Copa. Ele era titular e capitão da Seleção e foi substituído por Ricardinho. Por coincidência, ele jogava no mesmo time em que Wesley joga atualmente, a Roma, da Itália.
Na mesma Copa, o grande craque do elenco também vivia um momento de incerteza com lesões. O centroavante Ronaldo ‘Fenômeno’ chegou à competição desacreditado, após sofrer graves lesões no joelho e ficar afastado dos gramados por mais de um ano. No entanto, terminou como artilheiro do torneio e fundamental no título.
O camisa 10 da atual Seleção Brasileira, Neymar, também chega ao Mundial com problemas. O atleta se recupera de uma lesão grau 2 na panturrilha direita e deve perder a partida de estreia da Copa. Ele também lesionou o joelho, em 2023, e ficou um ano sem jogar.
Campo-grandense é pé-quente?
Por falar em corte, o convocado para o lugar do lateral Wesley, da Roma, foi o volante Éderson, campo-grandense que atua na Atalanta, também da Itália. Ele é apenas o segundo jogador nascido na Cidade Morena a disputar uma Copa do Mundo.
O outro campo-grandense a vestir a amarelinha no Mundial foi Muller, que disputou as Copas de 1986, 1990 e 1994. Nesta última, ganhou o tetracampeonato. Mais de três décadas depois, o Brasil volta a ter um representante de Mato Grosso do Sul.
Sedes consagradas
A Copa do Mundo de 2026 é a primeira a ser disputada em três países. As sedes escolhidas para o torneio foram o México, os Estados Unidos e o Canadá. A curiosidade é que, em dois desses países, o Brasil já ergueu a taça.
Em 1970, o Brasil goleou a Itália por 4 a 1 na final, no Estádio Azteca, no México, e se tornou o primeiro tricampeão, levando a taça Jules Rimet para a casa em definitivo. Já em 1994, no Estádio Rose Bowl, nos EUA, novamente contra a Itália, a Seleção empatou em 0 a 0 e, após Baggio isolar uma penalidade, sagrou-se tetracampeã da Copa do Mundo.
Em 2026, para azar do Brasil, a Itália não participará da Copa, pela terceira vez consecutiva. A grande final do torneio está prevista para ocorrer no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Fim da ordem alfabética
Uma teoria criada por torcedores brasileiros também pode cair por terra nesta Copa do Mundo. A crença afirmava que o Brasil tinha uma ‘maldição’ de ser eliminado por seleções em ordem alfabética.
Em 2014, caiu para a Alemanha, no fatídico 7 a 1; em 2018, foi a vez da Bélgica eliminar a Seleção por 2 a 1; e, em 2022, a Croácia tirou o Brasil nos pênaltis, após empate na prorrogação. Pela lógica, a teoria indicava que o algoz da Seleção seria um país que começa com a letra D.
No entanto, a principal cotada, Dinamarca, não se classificou pra Copa de 2026. Outros países menos tradicionais no futebol, como Djibuti e Dominica, também estão fora da competição.
✅ Siga o Jornal Midiamax nas redes sociais
Você também pode acompanhar as últimas notícias e atualizações do Jornal Midiamax direto das redes sociais. Siga nossos perfis nas redes que você mais usa. 👇
É fácil! 😉 Clique no nome de qualquer uma das plataformas abaixo para nos encontrar:
Instagram, Facebook, TikTok, YouTube, WhatsApp, Bluesky e Threads.
💬 Fique atualizado com o melhor do jornalismo local e participe das nossas coberturas!
(Revisão: Nichole Munaro)








