Desabafo no Twitter abriu a caixa de Pandora sobre a seguinte pergunta: “Qual foi o menor tempo que você ficou em um trabalho?”. O questionamento veio acompanhado de um relato pessoal e, entre as respostas, um jovem de Campo Grande decidiu expor sua experiência nada positiva.
Conforme o relato, o rapaz deixou o emprego no primeiro dia, no meio do expediente. Ele contou que precisava muito trabalhar, pois estava no pior momento de sua vida, e comemorou ao ser contratado por um supermercado grande bem famoso na Capital.
Contudo, embora contasse com o dinheiro, não admitiu uma postura que considerou inadequada logo nas primeiras horas no novo trabalho.
“Entrei às 9h e, às 13h, gritaram comigo sem motivo algum. Fui embora na mesma hora e nunca mais voltei”, lamentou.
Além do caso do campo-grandense, o desabafo levou mais gente a compartilhar suas vivências trabalhistas sobre os menores períodos que duraram em um emprego.
“Fiquei 5 horas em um telemarketing”, “Pedi demissão no dia de começar. Quando fui entregar os documentos, encontrei um amigo que prestava serviço lá e ele me mostrou algumas realidades do local” e “Três semanas e eu já estava atualizando o currículo no intervalo do almoço” foram mais relatos.
Abandonar emprego pode custar caro ao trabalhador: o que diz a lei
Vale lembrar que abandonar o emprego não é recomendado por lei e pode resultar em demissão por justa causa devido ao descumprimento do contrato de trabalho.
A CLT prevê, no artigo 482, alínea “i”, que a ausência prolongada e injustificada caracteriza abandono de emprego, considerado falta grave.
Se a demissão por justa causa for confirmada por abandono, o trabalhador perde o direito ao saque do FGTS, à multa de 40%, ao seguro-desemprego, ao aviso prévio e a férias proporcionais.
Mas e você, qual foi o menor tempo que ficou em um trabalho? Envie sua história no WhatsApp abaixo.
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(Revisão: Nichole Munaro)








