A churrascaria de Cassilândia onde Eivayner Paula da Silva foi assassinado, na madrugada de quarta-feira (4), emitiu uma nota de repúdio e negou envolvimento do estabelecimento no crime. A vítima, de 29 anos, foi morta a facadas e o suspeito fugiu, mas se entregou à polícia horas depois, no município distante 406 quilômetros de Campo Grande.
A nota foi publicada nas redes sociais da churrascaria, que afirma ser um ambiente familiar baseado no respeito, na convivência e no acolhimento de famílias e amigos. O estabelecimento ressalta que o assassinato foi uma situação isolada.
“Diante do ocorrido, esclarecemos que a Churrascaria Villa Real não possui qualquer envolvimento com o ato de violência registrado em suas dependências, tratando-se de uma situação isolada totalmente contrária os princípios da empresa”, diz a nota.
A churrascaria ainda reforçou que está comprometida em colaborar com as autoridades competentes, se necessário, e em manter o espaço como um local seguro, tranquilo e familiar. Por fim, agradeceu a compreensão dos clientes.

Assassinato
A briga teria começado em uma casa de prostituição da cidade, segundo informou a PM (Polícia Militar). Ambos os homens chegaram juntos a uma churrascaria em um Gol branco, com latas de cerveja na mão e conversando normalmente, de acordo com testemunhas.
Conforme o boletim de ocorrência, após alguns minutos no local, um dos indivíduos se dirigiu ao veículo, seguido do outro envolvido. Então, o autor agrediu Eivayner com uma facada no peito, seguida de outra, na região do pescoço, derrubando o homem no solo. Em seguida, aplicou vários outros golpes e fugiu do local.
Segundo a PM, a mãe do autor disse que ele estaria no hospital, pois tinha se envolvido em uma briga. Ao chegar à unidade médica, a equipe constatou que ele recebeu atendimento, mas se evadiu antes do término. O suspeito relatou no hospital que havia brigado em uma casa de prostituição da cidade.
Ainda conforme as autoridades, o proprietário da casa noturna, junto de Eivayner, teria batido no suspeito, que havia se recusado a pagar o valor gasto no local. Após o ocorrido, Eivayner e o suspeito teriam se deslocado para a churrascaria, onde aconteceu o crime, registrado por câmeras de segurança.
Câmeras de segurança:
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(Revisão: Nichole Munaro)








