Nem mesmo a chuva interrompeu a fiscalização no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, a Máxima de Campo Grande, nesta quinta-feira (1º). Esta é a 4ª operação de pente-fino na unidade, em menos de um mês, e faz parte de uma mobilização nacional voltada ao combate à comunicação ilícita dentro dos presídios e à localização de materiais proibidos.
Segundo a Agepen-MS (Agência de Administração do Sistema Penitenciário), equipes realizam revistas e inspeções em celas, galerias e outras áreas da unidade. A operação é coordenada pela Diretoria-Geral da Polícia Penal e pela Diretoria de Operações da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário).
Durante a fiscalização, os policiais penais utilizam equipamentos tecnológicos para auxiliar na localização de possíveis materiais proibidos e na identificação de pontos que precisam de uma vistoria mais detalhada. Entre os recursos empregados, estão sistemas de varredura e georradares.
Conforme a agência, a Máxima já havia sido alvo de outras grandes ações de fiscalização, incluindo a Operação Nêmesis. Com a mobilização desta quinta-feira, a unidade passa novamente por uma vistoria de grande porte.
Sete unidades ficalizadas
A operação já passou por sete unidades prisionais de Mato Grosso do Sul. Além da Máxima de Campo Grande, foram realizadas ações no Estabelecimento Penal Masculino de Coxim, PED (Penitenciária Estadual de Dourados), Estabelecimento Penal Máximo Romero, em Jardim, Penitenciária de Naviraí, Estabelecimento Penal Masculino de Corumbá e Penitenciária de Dois Irmãos do Buriti.
74 grandes vistorias
Com a operação desta quinta-feira, a Polícia Penal de Mato Grosso do Sul chega a 74 grandes vistorias realizadas em unidades prisionais em 2026. Além dessas operações de maior porte, as próprias equipes dos presídios realizam revistas e inspeções rotineiras como parte dos procedimentos permanentes de segurança.
Segundo a Polícia Penal, as grandes fiscalizações são planejadas com base em informações operacionais e de inteligência, permitindo o direcionamento de efetivo, equipamentos e outros recursos para unidades e setores considerados prioritários.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)









