A manipulação, a violência psicológica e a culpabilização das vítimas estão entre os fatores que dificultam o rompimento do ciclo de violência de gênero. No segundo episódio da série especial sobre violência contra a mulher, vítimas e especialistas explicam por que deixar o agressor é um processo complexo.
O Jornal Mídiamax mostra como comportamentos narcisistas e o machismo contribuem para manter mulheres no ciclo que, na maioria dos casos, começa com humilhações, ameaças e pode evoluir para perseguições, violências e até mesmo feminicídios.
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A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 é um serviço de utilidade pública essencial para o enfrentamento à violência contra as mulheres. O atendimento é gratuito e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, via telefone ou WhatsApp: (61) 9610-0180.
O Ligue 180 presta os seguintes atendimentos: orientação sobre leis, direitos das mulheres e serviços da rede de atendimento; localidade dos serviços especializados da rede de atendimento; registro e encaminhamento de denúncias aos órgãos competentes.
Vítimas de violência também podem recorrer à Casa da Mulher Brasileira, localizada na Rua Brasília, Jardim Imá, em Campo Grande (MS) – Telefone: (67) 2020-1300. Confira a localização das DAMs, no interior, clicando aqui. Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar, por meio do 190.
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(Revisão: Nichole Munaro)










