A fronteira de Mato Grosso do Sul deve estar no radar da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado. É o que espera a senadora por MS Tereza Cristina (PP). Assim, defendeu que “nossa região tem importância estratégica e demanda atenção especial do Estado brasileiro”.
A instalação da Comissão acontece nesta terça-feira (4), no Senado, em Brasília. Tereza considera a investigação como passo fundamental para combater o crime organizado.
“Uma das maiores ameaças à segurança dos brasileiros. O crime organizado deixou de ser um problema localizado — ele se espalha pelo país, cruza fronteiras e corrói a paz das nossas famílias”, pontuou a senadora.
Ademais, disse que “MS, por ser um estado de fronteira com países que enfrentam desafios relacionados ao tráfico de drogas e armas, certamente deve estar no radar da Comissão”.
- ‘Serviços de inteligência têm que andar na frente’, diz Nelsinho após Paraguai incluir PCC e CV entre terroristas
- Debate sobre fronteira de MS é fundamental para CPI do Crime Organizado, diz Soraya Thronicke
- Senadores de MS defendem CPI do Crime Organizado e alertam para ameaças na fronteira
Composição
Com a instalação confirmada para a terça-feira (4), a CPI terá os membros titulares e suplentes definidos no mesmo dia.
Mato Grosso do Sul conta com três senadores, divididos em três legendas: Soraya Thronicke (Podemos), Tereza Cristina (PP) e Nelsinho Trad (PSD). Todos já se manifestaram a favor das investigações.
As bancadas partidárias indicam os nomes para a Comissão. “A composição dessa CPI ainda não está totalmente definida, pois os partidos estão finalizando suas indicações”, lembrou Soraya.
Por fim, a senadora comentou sobre a possibilidade de participação na Comissão. “Caso seja designada, estou pronta para assumir essa missão e contribuir com o enfrentamento ao crime organizado, que tanto ameaça a paz e a segurança dos brasileiros”, finalizou.
✅ Clique aqui para seguir o Jornal Midiamax no Instagram
CPI do Crime Organizado
A instalação da Comissão foi confirmada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), após operação no Rio de Janeiro em 28 de outubro. Assim, a ação policial terminou com mais de 120 mortes e levantou o debate sobre a segurança pública em todo o Brasil.
“É hora de enfrentar esses grupos criminosos com a união de todas as instituições do Estado brasileiro, assegurando a proteção da população diante da violência que ameaça o país”, disse o presidente.
💬 Fale com os jornalistas do Midiamax
Tem alguma denúncia, flagrante, reclamação ou sugestão de pauta para o Jornal Midiamax?
🗣️ Envie direto para nossos jornalistas pelo WhatsApp (67) 99207-4330. O sigilo está garantido na lei.
✅ Clique no nome de qualquer uma das plataformas abaixo para nos encontrar nas redes sociais:
Instagram, Facebook, TikTok, YouTube, WhatsApp, Bluesky e Threads.
(Revisão: Dáfini Lisboa)








