Pela terceira vez em quatro décadas de eleições, Mato Grosso do Sul registra uma dezena de candidaturas ao Senado Federal. Assim como em 1986, o pleito de 2026 terá dez concorrentes.
Neste ano, disputam Beto do Movimento (PSOL), Capitão Contar (PL), Daniel Júnior (Agir), Luiz Lemes (DC), Reinaldo Azambuja (PL), Roberto Oshiro (Novo), Sidney Vargas (PRD), Soraya Thronicke (PSB), Valderi Garcia (PCO) e Vander Loubet (PT).
Vale lembrar que a Justiça Eleitoral recebe o registro das candidaturas até o dia 15. Ou seja, esse número pode mudar até a próxima semana.
Na eleição de 1986, entraram na briga por duas cadeiras na Casa Alta do Congresso Nacional Adir Maia (PMDB), Elvio Garabini (PT), Geraldo Biancatelli (PT), João Totó da Câmara (PMDB), Marco Lúcio Trajano dos Santos (PMDB), Paulo Coelho Machado (PTB), Pedro Pedrossian (PTB), Rachid Saldanha Derzi (PMDB), Roberto Orro (PMDB) e Wilson Barbosa Martins (PMDB).
Antes da redemocratização e da Constituição de 1988, os partidos podiam concorrer em sublegenda, podendo lançar vários candidatos para um cargo. A soma dos votos totais dava a vitória a quem acumulasse mais votos individuais.
Em 2018, o recorde foi batido com duas vagas em disputa. Entraram na corrida Anísio Guató (PSOL), Beto Figueiró (Podemos), Delcídio Amaral (PTC), Dorival Betini (PMB), Gilmar da Cruz (PRB), Marcelo Miglioli (PSDB), Mario Fonseca (PCdoB), Nelsinho Trad (PTB), Promotor Sérgio Harfouche (PSC), Soraya Thronicke (PSL), Thiago Freitas (PPL), Waldemir Moka (MDB) e Zeca do PT.
Em 1994, a disputa teve oito concorrentes. Já os pleitos de 2002 e 2010 contaram com sete candidatos cada. Em 1990, 2006 e 2022, a corrida teve seis postulantes. Por fim, as eleições de 1978, 1998 e 2014 registraram cinco candidaturas em cada ano.
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(Revisão: Nichole Munaro)








