O deputado federal por Mato Grosso do Sul Marcos Pollon (PL) não enviou emendas para financiamento do filme do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). É o que aponta análise técnica da prestação de contas do filme “Dark Horse”.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino questionou o deputado federal de MS. Pollon foi alvo de denúncia da deputada federal Tábata Amaral, que apontou a existência de emendas parlamentares desviadas para a produção do filme de Bolsonaro.
Então, o deputado disse ao Supremo que a emenda era para outra produção audiovisual. O parlamentar havia destinado recursos para a produção da série documental “Heróis Nacionais – Filhos do Brasil que não se Rende”.
Entretanto, devido à inércia na execução, o parlamentar redirecionou a emenda de R$ 1 milhão para atender ao Hospital de Câncer de Barretos.
Perícia do filme Bolsonaro
O Laudo de Perícia Investigativa concluiu que “não foram utilizados recursos públicos para a produção do longa-metragem sobre Bolsonaro”, informou o deputado. Na análise, foram checadas as origens e a destinação dos recursos, dos contratos, pagamentos e documentos comprobatórios relacionados à produção do filme.
“A perícia não identificou entradas de caixa oriundas de recursos públicos, repasses governamentais ou financiamentos”, reafirma a nota de Pollon. O deputado argumenta que a perícia não encontrou “valores recebidos a título de patrocínio, sejam eles públicos ou privados, como, por exemplo, recursos advindos de incentivos fiscais, a exemplo da Lei Rouanet”.
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(Revisão: Nichole Munaro)










