O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou na noite desta sexta-feira (30) que o aumento da dívida pública federal em 2,61% em junho não está vinculado apenas ao crescimento de gastos do governo Lula. Ele cumpre uma série de compromissos em Campo Grande hoje e na sexta-feira (31).
Durante encontro com empresários e autoridades, Durigan esclareceu que o volume de despesas da União não puxa a dívida pública.
“O que é importante dizer é que desde 2024 o déficit primário do governo não é causa para o aumento dessa dívida pública. Então a gente tem que seguir melhorando o fiscal na linha do que a gente fez esses anos, fizemos um ajuste de dois pontos percentuais do PIB [Produto Interno Bruto]”, explicou.
Como exemplo, o ministro citou a LDO de 2027. A prévia do orçamento do próximo ano estabelece meta de economizar 0,5% do Produto Interno Bruto. Em 2028, o total subiria para 1% e em 2029, para 1,25%.
“Seguir nessa trajetória como está projetado, por exemplo, no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias que nós mandamos em abril para o Congresso. Seguir melhorando o fiscal vai ajudar na redução da taxa de juros que vai ajudar na redução da dívida pública”, detalhou.
Mais cedo, Durigan participou de um fórum da CUT (Central Única dos Trabalhadores).
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