*Checagem feita pela equipe de Jornalismo Investigativo do Jornal Midiamax, a pedido do candidato Eduardo Riedel (PP), que enviou 26 (vinte e seis) solicitações de verificação nas 24 horas após o Debate Midiamax. A checagem estava prevista conforme regras definidas em conjunto por todas as candidaturas, lavradas e assinadas em ata. Também fizeram solicitações os candidatos Fábio Trad (PT), com três questionamentos, e o candidato João Henrique Catan (Novo), com cinco pedidos. Todos serão checados e divulgados nos próximos dias.
Dados do candidato ao Governo do Estado de Mato Grosso do Sul pelo Novo, João Henrique Catan, sobre a criação da 1ª Lei do Pantanal foram considerados improcedentes pela checagem da equipe de reportagem após o Debate Midiamax 2026, realizado na noite de segunda-feira (21).
Catan questionou Delcídio Amaral (PRD) sobre melhorias ao meio ambiente do Estado. Na réplica, o candidato afirmou que a Lei do Pantanal foi assinada pelo governador e candidato à reeleição, Eduardo Riedel (PP), por ele ter ficado “refém da ministra Marina Silva, dada a quantidade de propina dentro do Imasul”.
A informação foi checada e considerada improcedente. A 1ª Lei do Pantanal foi criada pelo governo estadual em 2023 e votada pelos deputados estaduais. A ministra na época esteve no Estado para a sanção da lei.
Confira a lei em vigor clicando aqui. A União destinou, ainda, R$ 50 milhões para ações de manutenção da flora e fauna do bioma pantaneiro. No entanto, o Fundo Clima Pantanal foi criado para que mais recursos possam ser garantidos, além da verba estadual.
A lei foi criada após as denúncias do desmatamento ilegal na região pantaneira. A sanção ocorreu com a presença da ministra, em 18 de dezembro de 2023, e dos então ministros Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento, e Wellington Dias, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.
Durante o Debate Midiamax, Catan disse ainda que a sanção da Lei do Pantanal ocorreu “dada a quantidade de corrupção e propina dentro do Imasul”. No dia do debate, a comissão jurídica independente nomeada pelo Jornal Midiamax considerou a afirmação sobre “propina dentro do Imasul” caluniosa e concedeu direito de resposta ao governador. Nenhuma prova foi apresentada pelo candidato, e não existe nenhuma investigação nesse sentido.
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(Revisão: Nichole Munaro)








