De acordo com as investigações do MPSP (Ministério Público do Estado de São Paulo), a influenciadora e advogada Deolane Bezerra teria cometido crimes durante um suposto período de prisão domiciliar em 2024. Esta é uma das razões pelas quais o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa recentemente foi negado.
Nesta quarta-feira (10), o MPSP, a partir do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), núcleo de Presidente Prudente, São Paulo, denunciou a influenciadora por suposta ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital).
A defesa de Deolane pediu que ela tivesse a prisão preventiva substituída por prisão domiciliar ou que fosse transferida para uma Sala de Estado-Maior.
De acordo com o Ministério Público, a solicitação de prisão domiciliar não é oferecida nos casos de organização criminosa que opera através da violência.
O núcleo de Presidente Prudente do MPSP, no caso da advogada, presa em Tupi Paulista, possui condições adequadas.
O fato de Deolane ter uma filha menor de 12 anos não é classificado como um critério que precisa ser avaliado em particular para a concessão da prisão domiciliar. De acordo com o MPSP, as crianças estão sendo cuidadas pela mãe da influenciadora. Outro motivo para que o pedido da defesa seja negado é que o crime de integrar organização criminosa, em apuração, é classificado como extremamente grave.
De acordo com a investigação do Gaeco, a influenciadora mantinha dinheiro do PCC em seus imóveis e nos de seus filhos, no ambiente doméstico em que supostamente a mãe cuidaria da criança menor de 12 anos.
*Com informações do G1.
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(Revisão: Nichole Munaro)




