Um subtenente do Bope (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar) morreu após ser baleado em tiroteio, na manhã deste domingo (11), em Gardênia Azul, zona sudoeste do Rio de Janeiro. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Além de Glaucio Marcelo Fonseca da Silva, outros quatro PMs (policiais militares) foram baleados. Dois deles passaram por cirurgia e têm quadro estável e dois tiveram alta médica, segundo a direção do Hospital Municipal Lourenço Jorge. Três eram do Bope e um do 18º BPM (Jacarepaguá).
Glaucio era irmão do 3º-sargento do Bope Heber Carvalho, de 39 anos. O policial morreu em confronto durante megaoperação no Complexo da Penha, no dia 28 de outubro de 2025. A ação policial deixou 121 mortos, sendo quatro policiais e 117 suspeitos ligados ao CV (Comando Vermelho).
A polícia investiga as circunstâncias do tiroteio. Testemunhas afirmam que os agentes do 19º BPM e do Bope não se reconheceram durante patrulhamento no Beco do Saci. Eles utilizavam viaturas descaracterizadas.
Segundo a polícia, o tiroteio iniciou-se após a chegada de agentes do 18º BPM, que receberam informações sobre homens armados na Rua Guilherme Moreira. Moradores reclamam das condições do asfalto e da iluminação no local, que para eles é perigoso durante a noite.
Imagens mostram as viaturas do batalhão com diversas marcas de tiro, além de sangue e cápsulas de munição no chão. A Delegacia de Homicídios da capital investiga o caso.
*Com informações do G1.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)







