A Terra Indígena de Nioaque recebeu na última sexta-feira (5) representantes do Grupo Mulheres do Brasil — iniciativa da empresária Luiza Trajano — para troca de experiências com as mulheres indígenas e quilombolas da região.
O encontro foi marcado pelo diálogo, troca de experiências e pela valorização de iniciativas que promovem inclusão social, empreendedorismo e protagonismo feminino em Nioaque. A visita à Aldeia Água Branca teve como objetivo conhecer experiências desenvolvidas no município que vêm fortalecendo comunidades indígenas e quilombolas.
São programas de capacitação, da geração de renda e do incentivo ao empreendedorismo, voltados ao desenvolvimento social e econômico de comunidades tradicionais.
Durante o encontro, foram apresentadas iniciativas desenvolvidas em parceria com o Sebrae, com destaque para o Empretec Indígena e Quilombola. Os programas têm contribuído para despertar o potencial empreendedor de lideranças locais, ampliar oportunidades de geração de renda e fortalecer a autonomia econômica das comunidades.
A cacica Vilma Marques ressaltou a importância da visibilidade ao trabalho desenvolvido pelas mulheres indígenas. “Esses encontros são importantes porque permitem que nossas experiências sejam conhecidas e valorizadas. É uma oportunidade de compartilhar conhecimentos, aprender com outras realidades e fortalecer ainda mais o trabalho das mulheres indígenas dentro das nossas comunidades”, afirmou.
Fundado em 2013 e liderado pela empresária Luiza Helena Trajano, o Grupo Mulheres do Brasil é um movimento que reúne mais de 140 mil participantes no Brasil e no exterior — atuando em áreas como educação, empreendedorismo, inclusão social, igualdade de oportunidades e combate à violência contra a mulher.
Participaram do encontro o prefeito André Guimarães (PP), a primeira-dama Crislaine Galvão, representantes da Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres, a ex-secretária de Estado de Cidadania, Viviane Luiza (PSDB), o vereador Sérgio Terena (PT), a cacica Vilma Marques, além de lideranças indígenas, comunitárias e integrantes do Grupo Mulheres do Brasil.
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