O fotógrafo e administrador campo-grandense Savio Cappellari, de 58 anos, fez um registro para lá de fofo em Campo Grande.
Enquanto procurava aves para fotografar, Savio viu uma mamãe tamanduá passeando com seu filhote carregado às suas costas nas proximidades do Aeroporto Santa Maria.
“Muito Bonito esse tamanduá. Uma surpresa, pertinho da cidade”, afirmou o fotógrafo.
Proteção
A mãe tamanduá carrega o filhote nas costas principalmente para proteção contra predadores e camuflagem.
A pelagem do filhote nasce com um padrão muito parecido com o da mãe. Por isso, quando ele se posiciona nas costas, a faixa preta do corpo do filhote se alinha com a da mãe, fazendo com que ele fique praticamente “invisível” para predadores vistos de longe.
Os filhotes são frágeis e fáceis alvos de ataques. Ficar nas costas evita que fiquem sozinhos no chão ou vulneráveis enquanto a mãe se movimenta.
Desde pequenos, os filhotes de tamanduá usam suas fortes garras dianteiras para se agarrar firmemente à pelagem e ao dorso da mãe.
Os pequenos são transportados dessa forma por vários meses (geralmente entre 6 meses e até cerca de 1 ano de idade), até crescerem o suficiente para caminhar e viver sozinhos.
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(Revisão: Nichole Munaro)









