Nesta quarta-feira (23), a Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Disco de Ouro, que tem o cantor Alexandre Pires como um dos alvos. Em suma, as autoridades investigam uma suspeita de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e comércio irregular de minérios.
💣Gosta de ler notícias polêmicas? Clique aqui e participe de canal no WhatsApp💣
O envolvimento de Alexandre Pires com o caso se dá pelo fato do empresário Matheus Possebon, alvo da operação, ter sido apontado como empresário do artista. Aliás, no total, a PF cumpriu 12 mandados de busca e apreensão e 17 ordens de sequestro de bens e valores — a princípio, a corporação não revelou quais ordens foram aplicadas ao cantor.
Por sua vez, a defesa de Alexandre Pires alega que a relação dele com Matheus Possebon foi apenas de intermediação de venda de shows. Portanto, qualquer investigação além desse fato diz respeito somente ao empresário. As informações são do UOL.
De acordo com a Polícia Federal, o grupo de suspeitos é investigado pela movimentação e ocultação de mais de US$ 48 milhões ligados à extração e comercialização ilegal de cassiterita, extraída clandestinamente da Terra Indígena Yanomami, em Roraima. Aliás, a Operação Disco de Ouro começou em 2023.
✅ Siga o @midiamax no Instagram
Fique por dentro de tudo que acontece em Mato Grosso do Sul, no Brasil e no mundo! No perfil do @midiamax você encontra notícias quentinhas, vídeos informativos, coberturas em tempo real e muito mais! 📰
🎁 E não para por aí! Temos sorteios, promoções e até bastidores exclusivos para você!
🔔 Clique aqui para seguir e não perder nada!
(Revisão: Dáfini Lisboa)








