Nesta semana, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) confirmou que investiga a médica responsável por aplicar PMMA (polimetilmetacrilato) em Roseli Fernandes, de 48 anos. A maquiadora sul-mato-grossense morreu após pagar mais de R$ 50 mil com o procedimento em São Paulo.
Inicialmente o Conselho não deu detalhes das investigações, que correm em sigilo. Além disso, não responderam se o processo pode resultar na cassação do registro da médica. As informações são do Uol.
A médica responsável pelo procedimento em Roseli não tem especialidade registrada no Conselho Federal de Medicina.
PMMA
O CFM proibiu o uso de PMMA para fins estéticos ou reparadores. O Conselho anunciou a decisão três dias após a morte da maquiadora Roseli Fernandes de Oliveira Romeiro Vieira.
A maquiadora era de Jardim, interior do Estado, a 224 km de Campo Grande. Ela foi para São Paulo para realizar procedimento de remodelação nos glúteos e nas coxas em 25 de maio. No dia seguinte, iria realizar outra parte da cirurgia, mas morreu na recepção da clínica.
A médica responsável pelo atendimento de Roseli disse, em depoimento, que o PMMA é seguro. Segundo ela, o regulamento médico de bioplastia permitia o uso de até 300 ml do produto em cada aplicação e aplicou 240 ml na paciente.
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