Wellington Silvio Bastos Zainelly — morto após um acidente entre motocicleta e caminhonete — foi lembrado como brincalhão e sorridente por pessoas que o conheciam. Ele tinha 36 anos e morreu na noite de quarta-feira (30), dois dias depois de bater a moto que conduzia contra uma caminhonete no cruzamento da BR-163, no Jardim Veraneio, na Capital.
O colega de trabalho de Wellington, Newerton Bruno Pereira de Souza, de 33 anos, conduzia outra motocicleta e morreu ainda no local do acidente, na segunda-feira (28).
Ao Jornal Midiamax, uma pessoa próxima à família, que não quis se identificar, comentou que Wellington era bastante conhecido e brincalhão. “O bairro inteiro o conhecia, o bairro todo o amava, porque era uma pessoa muito brincalhona, sorridente. Ele só tinha tamanho, mas era uma criança”, falou.
Wellington deixa esposa, duas enteadas e uma neta, criada como filha. “Era um homem maravilhoso, um rapaz que ajudava todo mundo, as famílias carentes que moravam perto da casa dele. Ele chegava de viagem, pois trabalhava viajando, como motorista, e ajudava todo mundo”, afirmou a pessoa próxima à família.
Essa é a segunda perda para a mãe de Wellington. “Ela está dilacerada; é o segundo filho que ela perde em tragédia. Está acabada, a família está destruída”, lamentou.
A empresa onde Wellington trabalhava publicou uma nota de pesar lamentando a morte do funcionário. “Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares e amigos, desejando força e conforto para enfrentar essa difícil perda. Que sua memória permaneça sempre entre nós”, diz a publicação.

Acidente
Newerton estava conduzindo uma motocicleta a caminho do trabalho quando houve uma batida com uma caminhonete no cruzamento da BR-163 com a Rua Wagner Jorge Bortotto Garcia.
A caminhonete seguia pela Rua Wagner Jorge Bortotto Garcia, enquanto Newerton e Wellington — também de moto — pilotavam os veículos pela rodovia, sentido saída para Cuiabá. Os veículos colidiram e Newerton não resistiu aos ferimentos.
Ainda não foi confirmado se algum dos envolvidos trafegava em alta velocidade, e as causas da colisão também são desconhecidas. A polícia deve investigar o caso como homicídio culposo na direção de veículo automotor.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)








