Quatro homens foram presos suspeitos de ligação com a morte de Giovana Castura Werner, de 51 anos. A prisão aconteceu na manhã desta terça-feira (14), em Campo Grande. Giovana foi encontrada morta, com perfuração na cabeça, no dia 24 de março, na Cachoeira do Inferninho.
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, além dos quatro suspeitos, mais pessoas foram intimadas para prestar depoimento na DHPP (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios e de Proteção à Pessoa). Giovana foi encontrada na beira da estrada do Inferninho e seminua.
Segundo o delegado do caso, Caio Macedo, da DHPP, o crime teria relação com atividade de agiotagem da vítima.
Conforme apurado pela equipe de reportagem, uma das hipóteses é que os suspeitos sabiam que a vítima era agiota. Assim, teriam armado uma emboscada para roubar o dinheiro dela.
O caso
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, o Corpo de Bombeiros foi acionado para o local e constatou o óbito da vítima, que estava na beira da estrada e com uma perfuração na cabeça, de tiro. Giovana, que possui uma tatuagem na costela com a frase “que seja infinito tudo aquilo que nos faz bem”, estava de short e uma blusa cobria o seu tronco.
Diante da situação, a PM (Polícia Militar), a Polícia Civil e a Perícia foram acionadas. Como não havia sangue no local, há indícios de que o crime aconteceu em outro lugar e o corpo foi desovado às margens da estrada.
Após a identificação de Giovana, a Polícia Civil constatou que uma amiga da vítima havia informado que ela estava desaparecida desde a noite de 23 de março. Isso teria contribuído para a localização do veículo, no Jardim Colúmbia, região norte de Campo Grande.
O caso, que começou sendo investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), passou a ser investigado como homicídio simples; portanto, ficou a cargo da DHPP (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios e de Proteção à Pessoa).
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(Revisão: Dáfini Lisboa)






