Os candidatos ao Governo de Mato Grosso do Sul declararam à Justiça Eleitoral terem gastado R$ 8,1 milhões durante a campanha. As prestações de contas parciais foram enviadas até sexta-feira (25).
Vale lembrar que o limite de gastos é de R$ 6,2 milhões no primeiro turno. As receitas vêm de repasses dos partidos, doações próprias ou de terceiros, além de financiamento coletivo.
Delcídio Amaral (PRD) recebeu R$ 156,4 mil, sendo R$ 146,2 mil do diretório estadual do partido dele e uma doação de R$ 10,1 mil.
Foram R$ 171,1 mil em despesas, sendo R$ 51 mil por serviços prestados por terceiros; R$ 40 mil com serviços contábeis; R$ 30 mil com serviços advocatícios; R$ 25 mil com despesas de pessoal, R$ 15 mil em serviços próprios prestados por terceiros e R$ 10,1 mil com impulsionamento de conteúdo nas redes sociais. A última declaração foi em 21 de setembro.
A campanha de Eduardo Riedel (PP) informou R$ 3,1 milhões em receita, sendo R$ 1,3 milhão do diretório nacional do PP, R$ 515 mil do diretório estadual do PP, R$ 500 mil do diretório nacional do Cidadania e R$ 22,5 mil do diretório estadual do PL. Outros R$ 710,5 mil correspondem a doações.
Foram declaradas despesas na ordem de R$ 4,8 milhões, sendo as principais R$ 1,4 milhão em impulsionamento de conteúdo nas redes sociais; R$ 1 milhão com serviços advocatícios; R$ 742 mil em atividades de militância e mobilização; R$ 538 em produção de programas de rádio, televisão e vídeo e R$ 250 mil em serviços contábeis. A última declaração foi enviada na sexta-feira (25).
Fábio Trad (PT) declarou receita de R$ 3,7 milhões, sendo a maior parte de repasse do diretório nacional do PT. O candidato fez uma doação do próprio bolso de R$ 5 mil, além de ter recebido outras de menor valor.
As despesas somam R$ 3,1 milhões, principalmente em produção de programas de rádio, televisão e vídeo (R$ 2,2 milhões), serviços advocatícios (R$ 225 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 146 mil), serviços contábeis (R$ 125 mil) e publicidade por adesivos (R$ 94,3 mil). A declaração mais recente é de 13 de setembro.
João Henrique Catan (Novo) informou receita de R$ 151,4 mil. A direção nacional do Novo enviou R$ 33,1 mil; o próprio candidato depositou R$ 12 mil; o candidato a vice-governador Antônio João Jacintho repassou R$ 35 mil e houve ainda repasse de R$ 16 mil de plataforma de financiamento coletivo. O restante representa as doações de pessoas físicas.
Ele declarou ainda R$ 195,1 mil em despesas, concentradas em serviços prestados por terceiros (R$ 71,4 mil), serviços contábeis (R$ 55 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 37,6 mil), locação e/ou cessão de imóveis (R$ 12,7 mil) e impulsionamento de conteúdo nas redes sociais (R$ 9,3 mil). A última prestação parcial de contas foi na sexta-feira.
Lucien Rezende (PSOL) informou apenas receita de R$ 100 mil, que é um repasse da direção nacional do PSOL, e ainda não declarou despesas. A declaração é de 20 de setembro.
Daniel Lemes (PCO), Jeferson Bezerra (Agir) e Renato Gomes (DC) não declararam receitas ou despesas.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)








