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Política

Motta aprova questionamentos à Motiva Pantanal sobre reajuste do pedágio da BR-163 em MS

Com o reajuste, o pedágio na BR-163 em MS poderá subir em cerca de 40%
Dândara Genelhú -
denúncia mpf pedágio br-163 ccr
BR-163 corta MS e tem pedágios. (Foto: Madu Livramento/Jornal Midiamax)

Nesta sexta-feira (12), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-AP), aprovou requerimento do deputado Rodolfo Nogueira (PL) para questionar a Motiva Pantanal sobre a BR-163 em Mato Grosso do Sul. A concessionária, antiga CCR MSVia, é responsável pela rodovia, que terá aumento no pedágio. Assim, o deputado de MS questiona o reajuste das tarifas.

Protocolado na Casa de Leis, o requerimento chegou até a Mesa Diretora na quinta-feira (11) com relatoria do deputado Altineu Côrtes (PL-RJ). Assim, nesta sexta-feira (12), Motta aprovou o parecer favorável do relator e os questionamentos serão encaminhados à Motiva.

Conforme Nogueira, “permanecem recorrentes as reclamações relacionadas à insuficiência de duplicações, à existência de pontos críticos de acidentes, às limitações estruturais da rodovia e às preocupações quanto à efetiva execução das melhorias esperadas pelos usuários”.

Então, reforçou o pedido de esclarecimentos sobre o reajuste. Além disso, o deputado sul-mato-grossense pediu esclarecimentos do Ministério do Transporte e a suspensão da cobrança do pedágio em MS.

Acidentes

Rodolfo Nogueira apontou, nos requerimentos, o alto índice de acidentes na BR-163 no Estado. Logo, quer “informações sobre estudos técnicos, implantação de dispositivos de segurança, melhorias estruturais e previsão de duplicação nos locais com maior número de ocorrências”.

O parlamentar pontuou que “milhares de motoristas trafegam diariamente pela BR-163/MS e enfrentam problemas relacionados à falta de duplicação, insegurança viária e demora nas obras prometidas desde o início da concessão”.

Por fim, aproveitou os requerimentos para pedir informações ao Ministério dos Transportes sobre a situação da BR-463/MS, em Dourados. Isso porque teria sido registrada a paralisação das obras de duplicação.

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(Revisão: Nichole Munaro)

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