A senadora Tereza Cristina (PP-MS) comentou em rede social sobre a abordagem da PF (Polícia Federal) a Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência derrotado nas urnas no domingo (25), logo após ter visitado o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Mal saímos da eleição presidencial e vimos nosso candidato Flávio Bolsonaro ser abordado na rua, depois de visitar o pai, por policiais. Será que o Judiciário renovará, neste quarto mandato, já reconhecido pela perseguição política contra adversários do atual governo?”, questionou a parlamentar.
Após perder o pleito de 2026, Flávio visitou o pai e, na saída, foi abordado pela PF, informando que ele teria que entregar o seu passaporte até esta terça-feira (27).
“Quero acreditar, como líder da oposição responsável no Senado, que se quer buscar em 2027 a pacificação entre os Poderes. Não será com intimidações arbitrárias que chegaremos lá. Muito pelo contrário”, afirmou.
Flávio teria saído do país
A PF cancelou os passaportes de Flávio, uma vez que ele não cumpriu a decisão judicial de entrega dos documentos. Não há, até o momento, registro formal de saída do senador do país, apesar de aliados terem confirmado a saída.
Diante da situação, a PF vai oficiar o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, sobre o não cumprimento da determinação. Moraes havia ordenado na segunda a entrega dos documentos e proibido que Flávio deixasse o Brasil.
O cancelamento dos passaportes ocorre em meio a suspeitas de que o candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2026 teria cruzado a fronteira para a Argentina usando documento de identidade e com a intenção de ir aos Estados Unidos a bordo de um jato executivo.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)
O senador e candidato derrotado à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), não entregou os passaportes até as 11h (horário de Brasília) desta terça-feira (27), o horário determinado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
A PF (Polícia Federal) investiga a localização do bolsonarista.
A PF vai enviar a Moraes o ofício sobre o descumprimento da ordem judicial por Flávio Bolsonaro. A próxima medida é o cancelamento dos passaportes do senador.
O magistrado determinou, nesta segunda-feira (26), que o ex-candidato do PL deveria apresentar os documentos em um prazo de 24 horas, encerradas nesta manhã. Moraes também proibiu Flávio de manter contato com o advogado Willer Tomaz.
Os dois amigos são investigados em inquérito do STF por suspeita de participação em esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O advogado está fora do Brasil desde agosto. O 01 de Jair Bolsonaro também é investigado em inquérito aberto por possíveis crimes ligados ao financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente.








