O TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) prepara mais de 8 mil urnas eletrônicas para o segundo turno das Eleições 2026, em 25 de outubro. O procedimento de carga e lacração das urnas eletrônicas começou, nesta terça-feira (13), no Fórum Eleitoral, para a 8ª e 35ª Zona Eleitoral, em Campo Grande.
São 7.106 urnas eletrônicas e as demais são usadas como reserva caso algum aparelho apresente problemas durante o dia de votação.
O responsável pelas urnas eletrônicas, Domingos Sávio de Souza Ribeiro Bastos, explica que são inseridas mídias com os nomes dos candidatos. Em Mato Grosso do Sul, os eleitores vão às urnas para votar no próximo presidente da República, entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
O servidor explica que, no segundo turno, esse procedimento de carregamento das mídias nas urnas eletrônicas é mais rápido.
“No primeiro turno, é transferida para dentro da urna eletrônica a parte da sessão eleitoral, dados da sessão, dados dos eleitores e os dados dos candidatos. O segundo turno são dados mais leves. Essas informações de eleitor, de sessão, de candidatos já estão praticamente dentro da urna, então o segundo turno é praticamente uma ativação dos candidatos que estão no segundo turno”, aponta.
As urnas eletrônicas que foram utilizadas no primeiro turno continuaram nos cartórios no interior e devem passar pelo mesmo procedimento até a próxima semana.

Sobre a segurança das informações, Domingos Sávio garante que os procedimentos e a infraestrutura asseguram a proteção dos dados no dia da votação.
“Eu utilizei votação em cédula [nas décadas passadas] e é muito mais fácil provocar falha no papel, na caneta e com pessoas manuseando os dados do que na urna eletrônica. Ela já está programada, tem todo o processo de certificação e assinatura digital. Os partidos verificaram isso lá em Brasília, a exemplo da OAB, da Polícia Federal”, exemplifica.
A expectativa é de que a votação seja mais rápida no segundo turno devido ao menor número de cargos em disputa. O primeiro turno em Mato Grosso do Sul, em 4 de outubro, ocorreu em meio à chuva, o que dificultou a logística e a ida às urnas.
“Essas sessões mais distantes exigem mais atenção. Elas são tratadas com toda essa atenção, mesmo, tem toda uma logística especial específica para que os dados cheguem de forma principalmente segura”, garante.
🔵 Receba notícias de Política no seu WhatsApp
Participe do grupo de Política do Jornal Midiamax no WhatsApp e receba informações diárias de tudo o que acontece na política de Mato Grosso do Sul.
✅ Clique aqui para participar
(Revisão: Dáfini Lisboa)








