O canto da seriema nunca assustou tanto em Mato Grosso do Sul, segundo contadores de empresa que cabe na mochila do dono. Conhecido em alguns setores como ‘mestre dos contratos públicos’, o sujeito ficou preocupadíssimo desde que citado em papelada nas mãos da Federal.
Além disso, apesar de se abastecer com contrato assinado localmente, o tal do passarinho teria bebido água de fontes da união. E, como o ‘pacotão’ lida com o sensível setor ambiental, o canto da seriema tem tudo para virar escândalo nacional em poucos ‘atos’.
“Se a tal da siriema cantar, o canto vai ser bem triste mesmo pra quem tiver que comprovar a prestação de serviços”, alerta auditor parafraseando a famosa letra de Renato Teixeira.
O servidor acompanha o desenrolar do voo que já dura alguns anos e diz que sobram descritivos, notas e pagamentos. No entanto, faltam serviços efetivamente prestados para lastrear o contrato milionário.
Na música, o poeta diz que chora quando a seriema vai embora. No caso do contrato milionário, dizem que a situação é parecida, mas por motivos menos emotivos e mais financeiros.
Canto da seriema ou da siriema?
Para quem ficou em dúvida entre “seriema” e “siriema”, a forma com o ‘E’ é o padrão nos dicionários e entre a comunidade científica. A variação “siriema” é fruto da pronúncia popular. Além disso, o pássaro também é conhecido por sariema ou ciriema em algumas regiões.
No entanto, a origem dos nomes é a mesma: o termo em tupi-guarani para indicar ‘crista erguida’. Característica mais que adequada à empáfia e arrogância de um dos empresários interessados indiretamente no tal contrato, embora a ave que melhor lhe caia de codinome seja outra.
Sabe de algo que o público precisa saber? Fala pro Midiamax!
Se você está por dentro de alguma informação que acha importante o público saber, fale com jornalistas do Jornal Midiamax!
E você pode ficar tranquilo, porque nós garantimos total sigilo da fonte, conforme a Constituição Brasileira.
Fala Povo: O leitor pode falar direto no WhatsApp do Jornal Midiamax pelo número (67) 99207-4330. O canal de comunicação serve para os leitores falarem com os jornalistas. Se preferir, você também pode falar com o Jornal direto no Messenger do Facebook.








