Tem gente chamando de ‘Efeito Trump’ a correria das últimas semanas em setores supostamente amedrontados com a decisão de taxar como terroristas facções que usam MS como ‘hub logístico’.
Segundo os relatos, a correria para ‘fazer a lição de casa’ tem motivos preocupantes. Assim, quem pode está correndo para separar mocinhos de bandidos e salvar a pele.
No entanto, a realidade sul-mato-grossense é muito mais complexa do que um faroeste de época. Assim, são dias de muitas trapalhadas e até suspeita de vazamento de informações sigilosas. Até operação cheia de planejamento estaria seguindo para a terceira tentativa após hesitações vexatórias.
Efeito Trump: 5 décadas em 5 meses
Quem observa de fora garante que o ‘efeito Trump’ pode resolver em meses o que supostamente se arrasta há décadas nas gavetas de corregedorias e demais órgãos de controle.
Desta forma, procedimentos enroscados há tempos, ao sabor das danças das cadeiras, podem se encaminhar para resolução em prazos recordes. Gente que estava escalada para sentar em cima de muitos rojões ‘caiu pra cima’ com as devidas compensações pelos valorosos préstimos.
Além disso, gente que estava pendurada por um fio deve se esborrachar com a ‘navalha do tio Sam’ torando muitas sustentações sem sequer tocar em MS. Vai ter muito trabalho para muita gente nas próximas semanas.
Enquanto isso, o trabalho de conter os vazamentos deve surpreender muita gente com os gabinetes para onde os rastros devem levar. Quando se fala de facção criminosa, alguns laços são esperados, mas outros não.
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