Planejamento não é o ponto forte em muitas instituições sul-mato-grossenses. Principalmente naquelas em que a grana dos contribuintes jorra sem parar, repasse após repasse. Mas alguns casos viram piada de péssimo gosto com a cara de quem paga a conta.
Após torrar fortuna com ampliações nababescas, com a desculpa de que é preciso abrigar melhor os servidores, órgão sul-mato-grossense anunciou que vai colocar todo mundo para trabalhar… de casa!
A medida seria solução emergencial para não zerar o caixa. Além disso, a rádio-peão comenta que a crise tá tão feia que até pó de café virou artigo em falta.
Segundo corre nos corredores próximos à presidência, a partir de agosto a sede ricamente ampliada ficará fechada por tempo indeterminado para ‘conter despesas’. Vai todo mundo para o home office.
Contratos e nomeações também param?
Assim, o teletrabalho quer diminuir custos com energia elétrica, manutenção do prédio e seus anexos novinhos em folha. Resta saber se contratos de manutenção predial cheios de padrinhos também serão pausados até o equilíbrio entre rombo e duodécimo.
Os velhos esquemas de nomeação cruzada com outros órgãos estaduais, por exemplo, seguem intactos.
Recentemente, sobrinha de político influente ganhou nomeação com contracheque que passa facilmente dos R$ 16 mil mensais.
Apesar de ser um órgão onde fiscalização e austeridade com a grana dos sul-mato-grossenses deveriam ser palavras-chave, servidores de carreira dizem que nem adianta reclamar.
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