Terceiro termo aditivo ao contrato 39/2025, firmado entre a Prefeitura de Jardim — a 235 km de Campo Grande — e a Coplenge Engenharia Ltda. (CNPJ 04.349.790/0001-76) deixará a obra de um posto de saúde cerca de R$ 50 mil mais cara. O acréscimo, que envolve alteração de quantidades dos itens da planilha de orçamento, atinge uma obra orçada em pouco mais de R$ 2 milhões.
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Conforme publicado na edição de sexta-feira (16) do Diário Oficial da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), haverá acréscimo de R$ 51.644,02 no contrato. Isso porque houve reprogramação contratual, com alteração quantitativa de itens na planilha orçamentária. Assim, o valor global do contrato acabou impactado.
Aditivo eleva custo da obra para R$ 2,086 milhões
O aditivo equivale a 2,54% do valor inicial do contrato. Assim, de R$ 2,035 milhões, a obra da UBS (Unidade Básica de Saúde) de Porte 2 passará a custar R$ 2.086.644,02. A intermediação do contrato cabe à Secretaria Municipal de Saúde, cujo titular, Jorge Cafure Junior, autorizou o acréscimo.
O contrato com a Coplenge chegou a ser paralisado por força de liminar obtida por uma concorrente que acabou desclassificada na licitação. Superado o impasse, a contratação continuou. A obra é resultado de convênio entre a Prefeitura de Jardim e o Fundo Nacional de Saúde, dentro do Novo PAC.
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(Revisão: Nichole Munaro)




