A UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) avança na ampliação das políticas de assistência estudantil com a construção de quatro novos restaurantes universitários e a manutenção de programas voltados ao apoio financeiro de acadêmicos em situação de vulnerabilidade.
O investimento superior a R$ 8,5 milhões reforça a estratégia da instituição para reduzir a evasão e garantir melhores condições de permanência dos estudantes. Os novos restaurantes serão implantados nas unidades universitárias de Dourados, Campo Grande, Aquidauana e Paranaíba.
“A construção dos restaurantes universitários representa um avanço significativo na oferta de refeições saudáveis e a preços acessíveis para os estudantes, promovendo melhores condições de permanência e qualidade de vida acadêmica”, destacou o pró-reitor de Ações Afirmativas, Equidade e Permanência Estudantil, Fernando Machado.
O investimento nas estruturas é resultado da parceria entre o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, a Bancada Federal de MS e o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).
Os projetos estão em diferentes etapas de implantação. Conforme informações da Proafe, na unidade de Dourados a licitação foi concluída em outubro de 2025 e a obra já está em andamento. Em Campo Grande, os trabalhos seguem em ritmo acelerado. Já em Aquidauana e Paranaíba, os avisos de licitação para contratação das empresas responsáveis pelas construções foram publicados no Diário Oficial do Estado.
“O objetivo é identificar estudantes de graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica e oferecer suporte financeiro que contribua para a permanência na universidade e para a garantia de necessidades básicas, como alimentação”, explicou Fernando Machado.
Além dos restaurantes universitários, a UEMS mantém o PIAE (Programa Institucional de Assistência Estudantil), voltado a estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Atualmente, o Auxílio Permanência atende 2.169 estudantes; o Auxílio Alimentação beneficia 296 acadêmicos; e o Auxílio Emergencial contempla 162 alunos em situações como perda de emprego, violência doméstica, perda da pessoa provedora da família ou outras circunstâncias de extrema vulnerabilidade.
Podem participar do programa estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação da UEMS que comprovem renda familiar per capita de até 1,5 salários mínimos e renda familiar total de até cinco salários mínimos. A seleção considera critérios como renda, moradia, gastos com transporte e saúde, além de outros fatores que compõem o IVS (Índice de Vulnerabilidade Social).
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(Revisão: Nichole Munaro)






