| 21 | 16 | 3 | 6º |
| Reconhecimentos na feira | Colocações no pódio | Credenciais para feiras nacionais | Lugar em MS em 12 anos de feiras |
Dezesseis projetos no pódio, três passaportes para feiras nacionais, uma visita técnica e uma imersão em uma construtora. O Colégio Status deixou a XVI Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul (FETECMS), encerrada na quarta-feira (21) na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande, como a escola mais premiada do evento: 21 reconhecimentos ao todo. Nenhuma outra instituição chegou perto. A segunda escola com mais colocações somou nove.
Os números ganham outra dimensão quando se olha para o tamanho da disputa. A FETECMS reúne trabalhos de escolas públicas, particulares e comunitárias de dezenas de municípios do estado, além de delegações de outras unidades da federação e de países vizinhos. Sair de lá com dezesseis colocações significa ter aparecido entre os melhores em praticamente todas as frentes em que a escola competiu, das ciências da natureza às humanidades.
A maior feira científica estudantil do Centro-Oeste
Realizada desde 2011 pelo Grupo Arandú de Tecnologia e Ensino de Ciências, do Instituto de Química da UFMS, a FETECMS é considerada a maior feira científica estudantil do Centro-Oeste brasileiro e uma das maiores do país. Até 2021, já havia recebido mais de 1.800 projetos e mais de 5 mil expositores, entre alunos e professores. A mostra é financiada por editais do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por recursos de extensão da própria universidade e por empresas parceiras, e credencia todos os anos os melhores trabalhos para a FEBRACE, a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, da Universidade de São Paulo.
A edição deste ano, com o tema “A Ciência é a Ponte para o Futuro”, ocupou o Ginásio Moreninho, no campus da UFMS. Os trabalhos disputam três categorias: a FETECMS, para alunos do 8º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio; a FETEC JR, do 3º ao 7º ano; e a FETECMS Fundect, reservada a bolsistas de escolas públicas do programa estadual de iniciação científica. Para chegar à fase presencial, cada projeto precisa comprovar pelo menos 12 meses de pesquisa. Na feira, os estudantes apresentam o trabalho em estandes e defendem método, dados e conclusões diante de avaliadores, em sua maioria professores e pesquisadores universitários.
Um pódio que atravessa seis áreas do conhecimento
O primeiro lugar veio da categoria júnior. Marina Padilha Portela e Melissa Arruda de Carvalho venceram em Engenharias com “Tecnologias Avançadas do Futuro: Inovações que Podem Mudar o Mundo”. O que mais chamou atenção, porém, foi a amplitude do resultado. Além do título, a escola somou quatro segundos lugares, cinco terceiros e seis quartos, espalhados por seis áreas do conhecimento: Engenharias, Ciências Biológicas, Ciências Agrárias, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Sociais Aplicadas e Ciências Humanas. Em Ciências Agrárias, Ciências Biológicas e Engenharias da categoria júnior, alunos do Status ocuparam três das quatro posições premiadas.
Na categoria júnior, o domínio foi quase completo. Em Engenharias, além do primeiro lugar, Guilherme Maier da Silva e Thayrone Miguel Santos Galhões ficaram em terceiro com um estudo sobre inteligência artificial no diagnóstico precoce de doenças crônicas, e Júlia Marçal Pannebecker e Valentina Bonelli Bahmad, em quarto, com um projeto de educação ambiental para a conservação da fauna brasileira. Em Ciências Agrárias, Gabriela Costa Cardoso e Sofie Caroline Bernardes de Souza conquistaram o segundo lugar com um modelo tridimensional do cérebro canino pensado como ferramenta educativa, Maria Antônia Garcia da Silva ficou em terceiro com uma pesquisa sobre os efeitos de espécies invasoras no equilíbrio ambiental, e Maite Santana Rossi e Marina Landim de Mattos, em quarto, com um trabalho sobre erosão do solo.
Em Ciências Biológicas, Mariana de Souza Marques Santos e Pedro Rodrigues Rieth levaram o segundo lugar ao comparar o desempenho físico real com o que o cinema mostra nas perseguições entre humanos e dinossauros. João Vicente Marcon de Oliveira Calado Barbosa ficou em terceiro com o UnoEco, um jogo de cartas para ensinar a biodiversidade do Pantanal, e Bento Oliveira Vilela e Ryan Satorelo Souza Gimenez, em quarto, com um estudo sobre a forma e a função dos dentes de tubarão.
As humanidades também renderam pódio. Em Ciências Sociais Aplicadas, Lucas da Costa Aguiar e Miguel de Souza Poleto foram segundos colocados ao investigar o impacto do xadrez nas funções executivas, e Mariana Shimabukuro Morilho ficou em quarto com uma pesquisa sobre a saúde de quem trabalha na escala 6×1. Em Ciências Humanas, Alicia Minatel Garbelini e Elena Santana Rossi conquistaram o terceiro lugar com um trabalho sobre feminicídio, e Davi Rodrigues Lima e João Cledson Pedrozo Rigo Filho, o quarto, com uma análise das mudanças que marcaram o mundo no pós-guerra.
Na categoria principal, que reúne os alunos mais velhos, o Status levou três colocações. Sofia Matos de Jesus Silva ficou em segundo lugar em Ciências Biológicas com um estudo sobre urgência e planejamento de medidas de conservação diante das mudanças climáticas. Julia Oliveira dos Santos e Maitê Denipotti Rudgio conquistaram o terceiro lugar em Engenharias ao desenvolver um bioplástico a partir do mamão, como alternativa ao filme plástico usado pela indústria editorial. E Arthur Pereira Espindola, Emelly de Carvalho Koritiaki e Heitor Leite de Oliveira Mesquita ficaram em quarto em Ciências Exatas e da Terra com o Aedex, um modelo de machine learning para prever surtos de dengue em Campo Grande.
Ciência para problemas reais
Os temas revelam estudantes que tratam a tecnologia como objeto de pesquisa, e não como atalho. Dois dos projetos premiados usam inteligência artificial para responder a problemas de saúde pública: um para antecipar diagnósticos de doenças crônicas, outro para prever epidemias de dengue a partir de dados da própria cidade. Outros transformam resíduos agrícolas em materiais, como o bioplástico de mamão, ou medem o impacto ambiental de tecidos que vestimos todos os dias.
Há ainda os que traduzem ciência em ferramentas de ensino, como o jogo de cartas sobre o Pantanal e o modelo do cérebro canino, e os que levam para o laboratório questões que estão no noticiário, como a violência contra a mulher, a jornada de trabalho e o efeito do xadrez sobre a atenção e a memória. A variedade é, ela própria, um dado: não se trata de uma vitrine montada em torno de um ou dois talentos, mas de uma produção espalhada por turmas, idades e áreas diferentes.
Passaportes para 2027
Três trabalhos seguem para feiras nacionais no próximo ano. O estudo sobre dinossauros no cinema e o projeto do bioplástico foram credenciados para a Feira Brasileira de Iniciação Científica (FEBIC), promovida pelo Instituto Brasileiro de Iniciação Científica, em Santa Catarina, que reúne projetos de estudantes de todo o país. Clara Pernet Parente Vasconcelos Brito, Maria Luiza Paes Santos e Nina Andreatta Santos levam à FeNaDante, a feira nacional de ciências e tecnologia do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo, uma pesquisa que compara a decomposição térmica de fibras têxteis e seus impactos ao meio ambiente.
As credenciais são, na prática, o reconhecimento de que esses trabalhos têm fôlego para competir fora do estado. Nas feiras nacionais, os estudantes apresentam suas pesquisas a avaliadores de universidades de diferentes regiões e convivem com jovens pesquisadores de outras realidades, uma experiência que costuma pesar na escolha da carreira e no currículo acadêmico.
Dois projetos foram premiados com experiências fora da sala de aula. Jennifer Araujo Alves, Livia Felix Mendes e Maria Eduarda Malhado Portela, autoras de um estudo sobre enfisema pulmonar, ganharam uma visita técnica ao Bioparque Pantanal, o maior aquário de água doce do mundo. Thiago Gonçalez da Silva, que investigou “Como é Feita a Sustentação de um Prédio?”, recebeu uma imersão na construtora Plaenge, onde vai ver de perto, em canteiro de obra, as estruturas que estudou.

As professoras por trás dos projetos
Os trabalhos foram orientados por quatro professoras. Danielle Boin Borges e Valeska Barros da Cruz conduziram os projetos da categoria júnior e o estudo sobre mudanças climáticas. Pâmela Rafaela do Prado orientou os projetos do Aedex, do bioplástico, das fibras têxteis e do enfisema pulmonar. Nathália Angelo Paschoarello também integrou a equipe de orientação. Danielle participou de 14 dos 16 trabalhos premiados.
Orientar um projeto de feira é um trabalho de um ano inteiro: ajudar o aluno a transformar uma curiosidade em pergunta, escolher um método possível, acompanhar a coleta de dados, revisar o texto científico e preparar a apresentação. No Status, essa rotina acontece em paralelo às aulas regulares, ao longo de todo o ano letivo.
Uma liderança que os números já mostravam
O desempenho de 2026 não é um ponto fora da curva. Em 2024, os pesquisadores Joshua Augusto Alves Gonçalves e Daniel Arruda Coronel, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), publicaram na revista Cadernos da Fucamp um mapeamento das feiras de ciências de Mato Grosso do Sul entre 2011 e 2022, período de vigência do edital de feiras do CNPq. Eles reuniram 45 anais de onze feiras, a estadual e dez municipais organizadas pelo Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), e chegaram a 4.157 projetos, 5.712 alunos, 1.632 professores, 259 instituições e 38 municípios.
No ranking de projetos apresentados, o Colégio Status aparece em 6º lugar, com 181 trabalhos. Acima dele estão apenas cinco campi do IFMS, que organizam as próprias feiras regionais e têm a pesquisa como parte obrigatória dos cursos. No ranking de participantes, a escola é a 7ª, com 261 alunos e professores, e a primeira da rede particular. O dado ganha peso quando se observa que as escolas particulares responderam, juntas, por apenas 13,6% dos projetos do estado no período, contra 50,8% da rede federal e 35,6% das redes estadual e municipal.
O mesmo levantamento revela um nome por trás dessa trajetória. A professora Danielle Boin Borges é a orientadora com mais projetos em Mato Grosso do Sul: participou de 136 trabalhos, orientando 34 e coorientando 102, em quatro instituições diferentes. Os autores citam esse perfil como exemplo de professor que não orienta por obrigação institucional, mas porque leva consigo o ato de orientar, ampliando a pesquisa para mais alunos.
Em 12 anos de feiras de ciências em MS, só cinco campi do Instituto Federal apresentaram mais projetos do que o Colégio Status.
Mais de uma década de feiras
A história do Status na FETECMS vem de longe. Em 2014, um projeto orientado pela professora Danielle conquistou o 3º lugar em Ciências Biológicas. Em 2018, um estudo comparativo sobre a Síndrome de Burnout entre professores de escolas estaduais e privadas de Campo Grande chegou à lista de finalistas da FEBRACE, na Universidade de São Paulo. Um de seus autores, Matheus Vyctor Aranda Espíndola, seguiu na ciência: foi campeão da Mostratec, uma das maiores feiras de ciência e tecnologia da América Latina, e hoje é engenheiro no Google.
Em 2022, a escola voltou ao pódio da FETECMS com projetos como “Estudo da utilidade dos venenos de cobras” e “A inclusão da pessoa indígena com deficiência no esporte paralímpico”, este último premiado pela Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul. Naquele ano, o Status também entrou na feira como patrocinador: ofereceu a Bolsa Colégio Status 100% como premiação especial, concedida a uma estudante de escola pública. O gesto resume uma convicção da escola: a feira não é só lugar de disputar prêmios, mas de encontrar talentos, venham de onde vierem.

Da Mostratec às olimpíadas
A FETECMS é só uma das vitrines da ciência produzida no Status. A escola foi a única instituição particular de Mato Grosso do Sul a levar projetos à Mostratec, em Novo Hamburgo (RS), por quatro anos consecutivos, com premiações internacionais em cada uma das edições, e já teve alunos na Intel ISEF, a maior feira de ciências pré-universitária do mundo, realizada nos Estados Unidos. É o mesmo caminho que a escola quer abrir para a geração que agora segue para a FEBIC e para a FeNaDante.
Nas olimpíadas do conhecimento, o destaque mais recente veio da matemática. Murilo Mateus de Flores Mamann conquistou a única medalha de ouro de Mato Grosso do Sul em sua categoria na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP), a maior competição científica estudantil do país. Em todo o Brasil, apenas 25 alunos receberam o ouro naquele nível. A escola mantém turmas de preparação para olimpíadas de matemática, química, física e astronomia, além de laboratórios de robótica e eletrônica no programa Cultura Maker.
Do laboratório à universidade
A trajetória do Status começou justamente na preparação para o vestibular. Seus fundadores, os educadores Lúcio Rodrigues Neto e Danieli Fernanda Zampieri, abriram a primeira turma de pré-vestibular em 2001, depois de atuarem em projetos de extensão da UFMS. A escola de Educação Básica veio em 2009 e, no ano seguinte, passou a atender todos os segmentos. Segundo a instituição, os alunos já somam mais de 3 mil aprovações em universidades de todo o país, com presença constante nos cursos mais concorridos, como Medicina, Arquitetura e Direito. Em um dos vestibulares da UFMS, a escola chegou a reunir dez primeiros lugares.
O desempenho aparece também nos exames nacionais. No Enem 2022, segundo análise da AIO Educação com dados do Ministério da Educação, o Status ficou em 14º lugar entre 393 escolas de Ensino Médio de Mato Grosso do Sul e em 5º na redação. Em Campo Grande, foi o 9º colocado geral e o 3º em redação, a única escola da região sul da cidade entre as dez melhores. Em 2025, a escola apareceu em primeiro lugar entre as particulares de Campo Grande com mais de 60 alunos avaliados, com uma característica que faz diferença na leitura dos números: todos os estudantes participam das provas, sem turmas selecionadas.
Para a escola, feira de ciências e vestibular não são caminhos separados. O aluno que passa um ano formulando hipóteses, lendo artigos, tratando dados e defendendo conclusões diante de uma banca chega ao Enem com um repertório que nenhuma lista de exercícios substitui, e chega à universidade sabendo o que é pesquisar.
A escola por trás dos números
Hoje, o Colégio Status atende cerca de 1,4 mil alunos em quatro unidades em Campo Grande — TV Morena, Ensino Médio, Carandá e Cultura —, da Educação Infantil ao Ensino Médio, com opções de período integral e contraturno. A escola se define por três palavras, rigor, humanidade e consistência, e resume sua proposta no lema que acompanha a marca: “O futuro reflete nossas escolhas.”
O currículo combina referências internacionais e metodologia própria. Na matemática, a escola adota o JUMP Math, programa criado no Canadá que trabalha os conceitos em pequenos passos, até que cada aluno domine a etapa anterior. Na alfabetização, usa o Método Status, abordagem fônica desenvolvida internamente. O programa bilíngue é feito em parceria com a Cultura Inglesa, e a escola também desenvolve um programa dedicado a alunos com altas habilidades. Em linha com a Lei 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas, o Status revisou seu regimento para preservar a atenção em sala, ao mesmo tempo em que leva a inteligência artificial e a programação para dentro dos projetos de pesquisa, como objeto de estudo.
Pesquisa como método
A iniciação científica está no centro da proposta pedagógica da escola. A premissa é simples: numa época em que as respostas estão a um clique e a inteligência artificial escreve, resume e calcula, o que forma um aluno é a capacidade de fazer boas perguntas, testar hipóteses, duvidar dos próprios resultados e construir conhecimento por conta própria.
Numa feira de ciências, é exatamente isso que se avalia. Cada projeto exige um ano de trabalho, um problema real, um método, dados, erros, correções e, ao final, a defesa das conclusões diante de avaliadores. Por isso, a escola trata a pesquisa como parte da formação, e não como atividade extra, e vem estruturando um percurso de iniciação científica que começa ainda na Educação Infantil, com a observação e a curiosidade, passa pela construção de experimentos nos anos iniciais e chega, nos anos finais, à pesquisa autoral, com a meta de levar os alunos das feiras estaduais às nacionais e internacionais.
A literatura sobre o tema ajuda a explicar por que esse caminho funciona. Estudos citados no próprio levantamento da UFSM apontam que a participação em feiras amplia a capacidade de comunicação, desenvolve o senso crítico, estimula a criatividade e aproxima alunos e professores. O divulgador científico José Reis, que dá nome ao principal prêmio de divulgação científica do país, dizia que toda feira traz a possibilidade de revelar talentos e vocações. Na FETECMS 2026, o Status mostrou que essa revelação, ali, não é exceção. É rotina.
Reconhecimentos especiais
| Prêmio | Projeto e alunos |
| Credencial FEBIC 2027 | Desempenho Físico vs. Representado: Perseguições entre Humanos e Dinossauros no CinemaMariana de Souza Marques Santos e Pedro Rodrigues Rieth |
| Credencial FEBIC 2027 | Shrink na Indústria Editorial Brasileira: bioplástico a partir de Carica papaya L.Julia Oliveira dos Santos e Maitê Denipotti Rudgio |
| Credencial FENADANTE 2027 | Decomposição Térmica Comparativa de Fibras Têxteis e seus Impactos ao Meio AmbienteClara Pernet Parente Vasconcelos Brito, Maria Luiza Paes Santos e Nina Andreatta Santos |
| Visita técnica · Bioparque Pantanal | Enfisema Pulmonar: O Sufoco dos AlvéolosJennifer Araujo Alves, Livia Felix Mendes e Maria Eduarda Malhado Portela |
| Imersão Plaenge | Como é Feita a Sustentação de um Prédio?Thiago Gonçalez da Silva |
Prova de Bolsas 2027
Com esse espírito, o Colégio Status abre as inscrições para a Prova de Bolsas 2027. Novos alunos podem conquistar descontos de até 100% na mensalidade, e a inscrição é gratuita. Quem ingressa passa a fazer parte de uma escola que transforma pergunta em pesquisa e pesquisa em resultado, das primeiras descobertas na Educação Infantil aos projetos premiados no Ensino Médio.
A prova será realizada na unidade TV Morena – Ensino Médio (Rua Pedro David Medeiros, 211, Jardim Paulista), em dois dias:
- Sexta-feira, 23 de outubro: Ensino Médio, das 14h às 17h; Fundamental 2, das 15h30 às 18h30.
- Sábado, 24 de outubro: Ensino Médio, das 8h às 11h; Fundamental 2, das 9h30 às 12h30.
As vagas são limitadas e os descontos variam conforme o desempenho.
Mais informações pelo WhatsApp (67) 99103-5370
O pódio do Status na FETECMS 2026
| Lugar | Projeto e alunos | Área · Categoria |
| 1º | Tecnologias Avançadas do Futuro: Inovações que Podem Mudar o MundoMarina Padilha Portela e Melissa Arruda de Carvalho | Engenharias · FETEC JR |
| 2º | Entre a Urgência e o Planejamento: Medidas de Conservação Diante das Mudanças ClimáticasSofia Matos de Jesus Silva | Ciências Biológicas · FETECMS |
| 2º | Neurociência Animal: Modelo Tridimensional Canino como Ferramenta EducativaGabriela Costa Cardoso e Sofie Caroline Bernardes de Souza | Ciências Agrárias · FETEC JR |
| 2º | Desempenho Físico vs. Representado: Perseguições entre Humanos e Dinossauros no CinemaMariana de Souza Marques Santos e Pedro Rodrigues Rieth | Ciências Biológicas · FETEC JR |
| 2º | Pensar Antes de Agir: O Impacto do Xadrez no Desenvolvimento das Funções ExecutivasLucas da Costa Aguiar e Miguel de Souza Poleto | Ciências Sociais Aplicadas · FETEC JR |
| 3º | Shrink na Indústria Editorial Brasileira: Impactos, Reciclagem e Desenvolvimento de um Bioplástico a partir de Carica papaya L.Julia Oliveira dos Santos e Maitê Denipotti Rudgio | Engenharias · FETECMS |
| 3º | Conscientização de Espécies Invasoras e seus Efeitos no Equilíbrio AmbientalMaria Antônia Garcia da Silva | Ciências Agrárias · FETEC JR |
| 3º | UnoEco: Um Jogo de Cartas para o Ensino da Biodiversidade e Dinâmica do PantanalJoão Vicente Marcon de Oliveira Calado Barbosa | Ciências Biológicas · FETEC JR |
| 3º | Feminicídio: Um Debate Urgente!Alicia Minatel Garbelini e Elena Santana Rossi | Ciências Humanas · FETEC JR |
| 3º | Inteligência Artificial e seu Auxílio em Diagnósticos Precoces de Doenças CrônicasGuilherme Maier da Silva e Thayrone Miguel Santos Galhões | Engenharias · FETEC JR |
| 4º | Aedex: Implementação de Machine Learning para Predição de Surtos de Dengue em Campo Grande/MSArthur Pereira Espindola, Emelly de Carvalho Koritiaki e Heitor Leite de Oliveira Mesquita | Ciências Exatas e da Terra · FETECMS |
| 4º | Solo Saudável, Planeta Saudável: Aprendendo sobre a ErosãoMaite Santana Rossi e Marina Landim de Mattos | Ciências Agrárias · FETEC JR |
| 4º | Dentes e Cabeças de Tubarão: Forma e FunçãoBento Oliveira Vilela e Ryan Satorelo Souza Gimenez | Ciências Biológicas · FETEC JR |
| 4º | Efeito Pós-Guerra: Mudanças que Marcaram a HumanidadeDavi Rodrigues Lima e João Cledson Pedrozo Rigo Filho | Ciências Humanas · FETEC JR |
| 4º | Saúde de Trabalhadores da Escala 6×1 e Como Aprimorar Sua Qualidade de VidaMariana Shimabukuro Morilho | Ciências Sociais Aplicadas · FETEC JR |
| 4º | Conhecer e Preservar: Educação Ambiental como Medida de Conservação da Fauna BrasileiraJúlia Marçal Pannebecker e Valentina Bonelli Bahmad | Engenharias · FETEC JR |
Fontes: Lista Final de Premiados e Lista de Credenciais, Menções Honrosas e Premiações da XVI FETECMS 2026; GONÇALVES, J. A. A.; CORONEL, D. A. Um panorama das feiras de ciências no estado de Mato Grosso do Sul. Cadernos da Fucamp, v. 27, p. 185-211, 2024.
Colégio Status · O futuro reflete nossas escolhas.











