O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado em 5 de junho e, para comemorar a data vivenciando o tema, o Bioparque Pantanal terá atrações especiais nesta sexta-feira (5).
Entre as atividades, está a exposição “Nossos Gigantes: Conservar a biodiversidade é cuidar da vida”, promovida pelo Icas (Instituto de Conservação de Animais Silvestres) no complexo turístico localizado nos altos da Avenida Afonso Pena. A mostra segue até o dia 6, sábado.
De acordo com a bióloga Andréia Nasser, do Icas, monitores do instituto estarão no espaço para receber os visitantes. O local estará equipado com diversos elementos interativos e de toque.
A exposição tem entrada gratuita e promove atividades educativas para todas as idades, com foco em dois importantes animais do bioma Pantanal: o tamanduá bandeira e o tatu-canastra.
O objetivo é promover a conservação dessas espécies e conscientizar os visitantes sobre a importância delas. O trabalho de conscientizar é inclusive um dos principais trabalhos desempenhados pelo Bioparque Pantanal, conforme explica o biólogo Bruno Carlos Lima.
“A educação ambiental no Bioparque do Pantanal é um dos pilares. Ela é o princípio da conscientização do todo do nosso aquário. E nós, do NEA (Núcleo de Educação Ambiental), atuamos com essa conscientização, transformando trabalhos científicos em conhecimento acessível por meio da popularização da ciência através da educação ambiental”, detalha Bruno.
Trabalho de ‘formiguinha’

Para isso, o complexo turístico utiliza diversos elementos, entre eles a contação de histórias, dando protagonismo a diferentes personagens do Pantanal.
“Atualmente, está acontecendo contação de histórias sobre os animais sentinelas, como a nossa ariranha, que são animais importantes que indicam a qualidade ambiental. Para isso, também usamos serviços ecossistêmicos, onde a gente utiliza os nossos laboratórios móveis para fazer esse processo de conscientização, esclarecer para a população a importância desses animais, da natureza, e a importância também do Bioparque como esse grande pilar”, completa o biólogo.
Apesar da palavra ‘educação’ remeter à escola, esse não é um papo apenas para crianças; educação ambiental é para todos.
“A gente sempre mede o poder do impacto do mínimo ao máximo. Então, se a gente consegue conscientizar uma pessoa que seja, ela vai conscientizar outras, fazer o trabalho de formiguinha. Então, por isso, a gente desempenha esse trabalho, para ganhar grandes proporções através dessa propagação”, finaliza o biólogo.

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(Revisão: Nichole Munaro)






