Uma família de Campo Grande, conseguiu na Justiça o direito a um aparelho de monitoramento contínuo de glicose para um adolescente de 15 anos. O menino tem diabetes mellitus tipo 1 e por isso precisa de acompanhamento constante para controlar os níveis de açúcar no sangue.
O processo foi viabilizado pela Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul. A ação foi protocolada após a família não conseguir o medicamento pelas vias administrativas.
Contudo, para melhorar o tratamento, a médica responsável prescreveu um sensor subcutâneo, que deve ser trocado a cada 14 dias. O equipamento faz a leitura contínua da glicose sem a necessidade de perfurações frequentes nos dedos.
Conforme a defensoria, a atuação do órgão teve como foco assegurar o tratamento mais adequado ao assistido. O pedido da Defensoria Pública foi acolhido pela 6ª Vara do Juizado da Fazenda Pública e da Saúde Pública de Campo Grande.
A decisão determinou o fornecimento do aparelho e a continuidade da entrega dos insumos necessários ao tratamento.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)






