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Cotidiano

Indenizações de seguro para casas crescem 187% em Mato Grosso do Sul após temporais

Valor é referente apenas a janeiro deste ano, enquanto arrecadação avança 12,2%
Osvaldo Sato -
Casa destruída por enxurrada moradores
Casa destruída após enxurrada demolir parede e arrastar móveis durante chuva. (Foto: Jornal Midiamax)

Sob influência de eventos climáticos severos, o seguro residencial em Mato Grosso do Sul iniciou 2026 com forte aumento nas indenizações. Em janeiro, as seguradoras pagaram R$ 940 mil aos segurados, valor 187,8% maior que o registrado no mesmo mês de 2025, de acordo com dados da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras). No mesmo período, a arrecadação alcançou R$ 6,01 milhões, alta de 12,2%.

O resultado reflete tanto a maior ocorrência de fenômenos climáticos intensos quanto o crescimento da adesão ao seguro residencial no Estado. Com mais imóveis protegidos, amplia-se também a rede de proteção financeira das famílias, reforçando o papel do seguro na redução de prejuízos.

Segundo o presidente do SindsegPR-MS, Guilherme Bini, o começo do ano foi marcado por condições adversas que afetaram diretamente os imóveis. Ele destacou que, ainda na primeira quinzena de janeiro, a atuação de uma ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul) provocou chuvas persistentes e volumes acima da média. Em 13 de janeiro, um temporal com granizo e ventos fortes atingiu Campo Grande e cidades próximas, como Jaraguari e Terenos, causando danos em telhados, alagamentos e quebra de vidros, o que levou a um grande número de acionamentos de seguros.

Além do clima, o setor registra expansão estrutural. De acordo com Jarbas Medeiros, presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg, o mercado vem crescendo de forma consistente, impulsionado pelo aumento da conscientização sobre proteção patrimonial e pelo maior acesso ao crédito imobiliário.

Nesse cenário, o seguro residencial atua como complemento ao seguro habitacional, este último obrigatório em financiamentos, ao ampliar a cobertura. Enquanto o seguro habitacional protege a estrutura do imóvel, o residencial inclui bens internos, como móveis e eletrodomésticos, além de oferecer coberturas adicionais.

A CNseg ressalta que, diante da maior frequência de eventos climáticos extremos, o seguro residencial se torna cada vez mais relevante para preservar o patrimônio das famílias. As apólices podem incluir diferentes tipos de proteção, contribuindo para maior segurança financeira em situações de perda ou dano.

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(Revisão: Dáfini Lisboa)

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