Nesta quarta-feira (30), entidades sindicais e movimentos sociais realizam a Mobilização da Classe Trabalhadora, em Campo Grande. A concentração acontece na Praça Ary Coelho e reúne a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) e a CUT-MS (Central Única dos Trabalhadores).
Entre as reivindicações do grupo, estão o fim da jornada 6×1, o enfrentamento à violência contra as mulheres e o fim do desconto de 14% nas aposentadorias. Além disso, o ato tem como pautas a defesa da democracia e da soberania nacional.
“Estamos reunidos porque queremos dialogar com a sociedade sobre a soberania do nosso Brasil, a importância da defesa, da democracia e de várias pautas que fazem parte do cotidiano dos movimentos, que é a questão do fim da jornada 6×1, que é a questão do piso salarial nacional para os administrativos de escola, que é a questão da violência contra as mulheres, já que, na educação, temos majoritariamente mulheres na nossa base. Também estamos colocando em debate a questão do fim do confisco, do desconto de 14% dos aposentados e aposentadas”, afirma Deumeires Morais, presidente da Fetems.
Dez ônibus vieram do interior para a mobilização. Segundo o levantamento da Fetems, trabalhadores e sindicalistas de 60 municípios participam do ato. Após o encontro, o grupo seguirá em passeata pelo Centro de Campo Grande e finalizará a mobilização às 17h, na Praça da Esplanada.
O Sintracom-MS (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário) também participa e cobra mudanças na escala de trabalho.
“Escala fake. É prejudicial, não rende. O trabalhador que tem mais descanso produz muito mais. A construção civil clama. Queremos, no mínimo, a escala 5×2”, afirma José Abelha, presidente do sindicato.
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(Revisão: Nichole Munaro)







