Um usuário de drogas foi flagrado tentando vender um patinete elétrico na manhã deste sábado (18), na Avenida Brilhante, no bairro Amambaí, em Campo Grande. O veículo foi recuperado por dois homens, que desconfiaram da situação e impediram a negociação.
De acordo com informações encaminhadas ao Jornal Midiamax, o homem oferecia o patinete por um valor muito abaixo do mercado, no preço de R$ 200. Ao perceberem a situação, dois homens que passavam pelo local abordaram o suspeito e pegaram o veículo.
A Polícia Militar foi acionada, e a suspeita é de que o patinete tenha sido deixado por algum usuário fora da estação e tenha sido furtado. Após ser abordado, o homem foi embora do local.
Max Stepanov, um dos responsáveis pela empresa Jet, ressalta que a venda dos patinetes é inviável, já que o equipamento só funciona por meio de aplicativo. “Caso ocorra alguma denúncia de furto, procedemos normalmente com o registro de um boletim de ocorrência junto às autoridades”.
“Sobre a tentativa de venda ilegal, reforço que não é possível utilizar o patinete sem o sistema integrado ao aplicativo. Além disso, a manutenção e a troca de baterias são realizadas exclusivamente por nossos funcionários, tornando a tentativa de revenda ou uso indevido algo impraticável e sem valor comercial”, destaca.
Sistema de patinetes em testes em Campo Grande
O sistema compartilhado de patinetes elétricos entrou em operação em Campo Grande no dia 7 de julho de 2026. A autorização para os testes por seis meses foi dada em junho.
A empresa JET colocou 400 equipamentos disponíveis em bairros da região central. São eles: Centro, Jardim dos Estados e Vila do Polonês, além de trechos do Parque Ecológico do Sóter.
O serviço é contratado pelo aplicativo GO JET, disponível para Android e iOS. Os valores começam em R$ 0,99 pelo desbloqueio e a partir de R$ 0,39 por minuto de uso. O aplicativo também oferece pacotes de minutos e plano de assinatura mensal para usuários frequentes.
A devolução dos equipamentos precisa ocorrer nos pontos indicados no aplicativo, sem obstrução de calçadas, faixas de pedestres, rampas de acessibilidade ou acessos veiculares.
Desde a disponibilização dos equipamentos, já foram registrados vários acidentes e casos de imprudência. Incidentes como quedas e até manobras arriscadas foram registrados.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)








