Neste sábado (3), milhares de pessoas tomaram as ruas de Madri e de outras cidades espanholas para exigir soluções para a crise habitacional que afeta o país. Em suma, a mobilização popular aconteceu um dia após o Parlamento rejeitar as propostas apresentadas pelo governo para tentar conter o problema.
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A revolta popular ganhou ainda mais força após o despejo de uma moradora idosa na capital, o que gerou indignação generalizada entre os cidadãos. Manifestantes carregavam cartazes pedindo uma greve geral enquanto lotavam as principais avenidas espanholas.
De acordo com a imprensa espanhola, o primeiro-ministro Pedro Sánchez estaria avaliando a dimensão dos atos deste sábado antes de tomar uma decisão definitiva sobre a possibilidade de convocar eleições antecipadas para novembro. Contudo, o gabinete preferiu não comentar as especulações sobre o futuro do governo.
Vale apontar que a tensão escalou em algumas regiões, como em Valência, onde houve confronto com a polícia e uso de gás lacrimogêneo após manifestantes invadirem um complexo cultural.
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(Revisão: Nichole Munaro)










