O Departamento de Justiça dos Estados Unidos apresentou, nesta terça-feira (22), um documento à Justiça, defendendo que o presidente dos EUA, Donald Trump, pode “controlar o acesso de repórteres a áreas presidenciais restritas, como o Salão Oval”.
Um juiz distrital norte-americano convocou audiência para esta quarta-feira (23) após os meios de comunicação banidos entrarem na Justiça contra o governo. Na última semana, Trump proibiu a entrada de jornalistas da CNN, MS NOW e Politico, na residência presidencial, como punicção por divulgarem “fake news”.
Segundo o documento, o acesso à Casa Branca “é um privilégio, não um direito”. Também consta que cartas com explicações das motivações para o ato foram enviadas na terça-feira para os veículos banidos.
As cartas mencionam vários “incidentes de reportagem” por parte dos veículos que “ameaçaram a segurança nacional e espalharam falsidades”. No sábado, a proibição foi implementada e as credenciais dos jornalistas presentes foram confiscadas.
Em uma ação conjunta, CNN, MS NOW e Politico solicitaram suspensão urgente do veto presidencial, alegando que a medida viola o direito constitucional da liberdade de imprensa. O veto coincide com um momento em que seus índices de aprovação estão baixos e o Partido Republicano enfrenta o risco de perder o controle do Congresso nas eleições de novembro.
*Com informações do G1.
💬 Fale com os jornalistas do Midiamax
Tem alguma denúncia, flagrante, reclamação ou sugestão de pauta para o Jornal Midiamax?
🗣️ Envie direto para nossos jornalistas pelo WhatsApp (67) 99207-4330. O sigilo está garantido na lei.
✅ Clique no nome de qualquer uma das plataformas abaixo para nos encontrar nas redes sociais:
Instagram, Facebook, TikTok, YouTube, WhatsApp, Bluesky e Threads.
(Revisão: Dáfini Lisboa)









