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Polícia investiga se homem teria sido arrastado após ser carbonizado em barraco

Barraco da vítima foi destruído pelo fogo e o caso é investigado como homicídio
Lívia Bezerra -
Corpo de Bombeiros no local. (Foto: Marcos Ermínio, Jornal Midiamax)

A polícia deve investigar se o homem morto carbonizado no próprio barraco teria sido arrastado após o crime às margens do córrego Anhanduí, no Jacy, em . O homem, conhecido como “Baixinho”, foi encontrado carbonizado na manhã de sexta-feira (3) debaixo das molas de um colchão.

De acordo com o boletim de ocorrência, o barraco da vítima foi completamente destruído, e o incêndio se alastrou no entorno do local, em um raio com cerca de 5 metros de diâmetro.

Durante os levantamentos da polícia, “Baixinho” foi encontrado carbonizado debaixo das molas de um colchão, e a equipe da perícia foi acionada.

Na ocasião, os peritos encontraram marcas de sangue próximo ao corpo de “Baixinho”, indicando que ele pode ter sido arrastado. Além disso, foram encontrados restos de colchão queimado sob o corpo, com indícios de que a vítima pode ter sido colocada por debaixo do colchão.

Aos policiais, uma amiga de “Baixinho” disse que o conhecia apenas pelo apelido e morava no barraco ao lado. Ela falou que viu o homem pela última vez na quinta-feira (2), por volta das 16h. Por volta das 20h, ela percebeu um incêndio no barraco dele e foi para outra área.

Ainda conforme o registro policial, a mulher retornou ao barraco somente no início da manhã de sexta-feira (3), quando viu o local destruído pelo fogo e pediu que moradores acionassem o Corpo de Bombeiros.

O GOI (Grupo de Operações e Investigações) esteve no local, recolheu imagens de câmeras de segurança e iniciou diligências. Testemunhas e comerciantes relataram que “Baixinho” seria usuário de entorpecentes, mas não comentaram sobre desavença com outras pessoas.

Ao fim dos levantamentos da perícia, foram recolhidas amostras de sangue, e a Polícia Civil pediu exame necropapilar para identificação do homem no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal).

O caso foi registrado como homicídio qualificado com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso.

Corpo encontrado carbonizado. (Foto: Marcos Ermínio, Jornal Midiamax)

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(Revisão: Dáfini Lisboa)

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