Um caminhão do Corpo de Bombeiros conduziu o cortejo fúnebre do policial militar Marcelo Pimenta, de 32 anos, em Corumbá. O militar foi morto com tiro de fuzil na noite de terça-feira (30), por um criminoso, durante confronto policial.
O velório e cortejo foram marcados pela presença de amigos, familiares e colegas de farda em Corumbá. Muitas viaturas militares estiveram presentes, homenageando o militar, que sempre sonhou em ser policial.
O velório do militar iniciou-se às 16h de quarta-feira, na Capela Cristo Rei. A filha do policial esteve presente e não saiu de perto do caixão durante o velório.
Marcelo era apegado à família e tinha guarda compartilhada da criança. Segundo apurado, o homem sempre se fez presente na vida da filha.
Honrarias
O comandante da Polícia Militar, Renato Arthur, afirmou que, durante o velório e sepultamento de Marcelo, o militar receberia todas as honrarias da corporação. Segundo o comandante, Marcelo morreu em serviço, cumprindo seu papel na segurança pública.
Morte em confronto
Pouco antes da morte do militar, três homens armados foram até uma casa em Ladário, em um veículo Fiat Argo, e atiraram contra um casal. As vítimas se esconderam em um carro blindado.
Equipes do Getam (Grupamento Especializado Tático em Apoio Motociclístico) do 6º BPM (Batalhão da Polícia Militar) de Corumbá foram acionadas e iniciaram diligências.
Quando os militares tentaram abordar os atiradores na Rua Totico de Medeiro, Marcelo foi atingido por um tiro de fuzil. Câmeras de segurança registraram o momento em que o militar foi ferido pelo disparo.
Ele estava em uma motocicleta e caiu ao chão. O militar foi socorrido pelos colegas de farda e encaminhado para a Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos.
Após a morte do soldado, a Polícia Militar reforçou o policiamento na região de fronteira.
Uma operação deflagrada com diversas equipes da polícia de Mato Grosso do Sul prendeu um suspeito e terminou com a morte de outro envolvido, que teria tentado agredir os militares. A esposa do suspeito morto também foi presa, sendo apontada como a responsável por manter armamento utilizado na ação criminosa.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)




